Esta Resolução do Conselho de Ministros pode resumir-se numa expressão: SIMPLEX contentores. Pior era impossível, apesar de tudo o que este governo já nos habituou, por ação e omissão, face à agricultura intensiva no sudoeste e no Alqueva. Uma autêntica vergonha!
O caminho não terminou aqui. Terá de se criar um processo que concretize a decisão que foi expressa em referendo. Com uma certeza: essa decisão foi pelo fim da exclusividade dos descontos para a CPAS e pelo aprofundar de direitos básicos que deveriam ser uma realidade para toda a gente que trabalha.
Diversos fenómenos nos últimos dias têm aprofundado o agudizar da consciência social sobre a crise climática. Na última semana dezenas de pessoas morreram no Canadá no meio a uma onda de calor sem precedentes que bateu recordes de temperatura.
Em 37 países os movimentos ambientalistas decidiram levar a tribunal as metas de Governos e empresas, em vez de ficarem à espera de ajustamentos na política dos Governos. Têm tido ganho de causa nas mais importantes destas querelas.
O direito à identidade e expressão de género, bem como todos os direitos LGBTI+, são uma parte constitutiva dos direitos humanos. Este acórdão não colocará em suspenso o exercício de nenhum desses direitos nem paralisa a responsabilidade do Estado e da escola em protegê-los
Bolsonaro negou a ciência e com isso roubou ao seu povo o direito ao otimismo e à liberdade. A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a conduta do Governo na gestão da pandemia está a confirmar que existiu uma política ativa de negligência.
Afinal, o segredo é mais prosaico, basta estudar para os exames e depois “já se pode ir ao banco”, como agora se diz. É a isto que está reduzido o belo discurso sobre a Europa como solidariedade.
Funções essenciais e permanentes do Estado são transformadas em reservas de negócio para empresas privadas cuja especialidade é emagrecer salários. O Estado deve reconhecer e enquadrar estes trabalhadores.
O processo contra um dos membros do MCTM foi arquivado por forte pressão da opinião pública e dos partidos com assento na AR, o que só foi possível pelo relevante papel que a comunicação social teve na denúncia deste ato de prepotência.
Somos suspeitos e somos mercado – e, em ambos os casos, somos objetos da vigilância do big brother e de decifração fina do que pensamos, do que gostamos, do que apoiamos ou do que rejeitamos.