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Violeta Parra

No centenário do nascimento de Violeta Parra, o Esquerda.net procura dar a conhecer a vida e a obra musical daquela que é um símbolo maior da música popular do Chile. Dossier organizado por Ana Cansado.
Violeta Parra
Violeta Parra

O dossier conta com uma biografia, Violeta Parra, referência da música e da arte chilena, que acompanha também a vida familiar, as paixões e as viagens da artista.

Para nos auxiliar nesta descoberta pedimos um testemunho (Violeta: um grito musical de insubmissão e rebeldia universal) a Roberto Santandreu, fotógrafo e artista chileno que vive em Portugal e a Manuela Góis, ativista feminista: Gracias Violeta Parra que nos has dado tanto!

No artigo discografia procuramos através de pequenos vídeos dar a conhecer o percurso musical de Violeta Parra. Em Gracias a la vida apresentamos algumas interpretações de uma das suas canções mais conhecidas, no que é sem dúvida um modo de homenagear a própria Violeta, que se dedicou à recolha e à partilha da música chilena. A fechar, republicamos o artigo Violeta Parra nasceu há 100 anos, publicado no dia 4 de outubro, e que assinalou o centenário.

Resto dossier

Violeta Parra

Violeta Parra

No centenário do nascimento de Violeta Parra, o Esquerda.net procura dar a conhecer a vida e a obra musical daquela que é um símbolo maior da música popular do Chile. Dossier organizado por Ana Cansado.

Entre 18 de abril e 11 de maio de 1964, esteve no Museu do Louvre uma exposição das suas pinturas, óleos, serapilheiras e esculturas em arame, tendo sido a primeira artista latino-americana a ter uma exposição individual nesse espaço

Violeta Parra, referência da música e da arte chilena

A sua irreverência, a sua liberdade, a sua defesa apaixonada dos direitos dos setores mais negligenciados tornaram-na uma referência no Chile e no Mundo. Artigo de Ana Cansado.

“Frequentemente comparo o que significou Violeta Parra na sociedade chilena com José Afonso na sociedade portuguesa”

Violeta: um grito musical de insubmissão e rebeldia universal

Violeta com a sua militância por vezes crítica e autónoma em relação ao seu partido, o Partido Comunista do Chile, foi uma lutadora incessante ao longo da sua vida contra todo o tipo de injustiças. Artigo de Roberto Santandreu

Violeta Parra em ato político da revista El Siglo, 1948 – Foto de fundacionvioletaparra.org

Gracias Violeta Parra que nos has dado tanto!

Violeta Parra artista universal também foi uma poderosa inspiradora das pessoas feministas. Artigo de Manuela Góis

Dada a extensa produção artística de Violeta Parra apresentamos apenas albúns gravados em estúdio e editados em vida da autora

Discografía de Violeta Parra

Dada a extensa produção artística de Violeta Parra apresentamos apenas albúns gravados em estúdio e editados em vida da autora: Cantos de Chile, El folklore de Chile, Violeta Parra en Argentina, Los Parra de Chile, Recordando a Chile, Las últimas composiciones.

Mercedes Sosa cantou "Gracias a la vida"

Gracias a la vida

Proibida durante a ditadura chilena “Gracias a la vida” tornou-se um hino, uma canção entoada em marchas e lutas de diversos movimentos, no mundo inteiro.

Violeta Parra no La Scala, em Paris, 1953. Foto de www.fundacionvioletaparra.org.

Violeta Parra nasceu há 100 anos

A mais relevante e amada cantautora da cultura chilena nasceu no dia 4 de outubro de 1917. No Chile, multiplicam-se as iniciativas para comemorar o centenário do seu nascimento. Artigo de Sofia Roque.

Comentários

Che Guevara é ícone da esquerda.
E é nada mais do que um ícone da cultura de massas. Indústria cultural. Kitsch, com toda certeza.
A carência do Brasil é de arte de qualidade!
Sobretudo a música atual.
O “algo mais” do PT na arte e na cultura:
O PT detesta a cultura popular e a erudita ao mesmo tempo.
Bom, Yamandu Costa é música de grande qualidade. Não tem nada a ver com o PT, ok?
Inclusive música pra poucos brasileiros (por ser complexo), ou seja:
de “elite”. Assim como Machado de Assis, Villa-Lobos são arte de elite, sim.
O mesmo Dostóievsky. Elite honrosa.
Não se trata do lixo bem tragável de Q o PT gosta, venera, ama e adora, não.
E, por outro lado, o bem centrado MBL [Mov. Brasil Livre] em
seu papel empírico, em 2016 faz jus ao nome dessa sigla, certo?
A diminuição do poder vigarista do PT com
a saída de Dilma em 2016, — mesmo c/Lula solto hoje –, foi fortemente permitido devido ao MBL.
Empírico, corajoso e pragmatista, o Arthur do “Mamãe Falei” ajudou bastante
a desconstruir o discurso ideológico
do PT através do método socrático.
MBL e o Arthur lutam contra
o lixaço da doutrina petista (conhecida como Petismo),
lutam contra o brega, o barangismo petista,
mau gosto, o barango do sertanejo universitário
do petismo [criado na Era Dilma-Lula],
o cafona, o lixo se fingindo de “arte” em galeria picareta.

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