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Violência contra as Mulheres

A violência contra as mulheres é uma forma de discriminação e uma violação de direitos humanos, sendo que a sua persistência constitui um pesado retrocesso civilizacional. No dia 25 de novembro, sairemos à rua para exigir a vontade política e os recursos necessários para assegurar uma estratégia eficaz de prevenção e combate à violência contra as mulheres. Dossier organizado por Mariana Carneiro.
Foto de Paulete Matos.

Neste dossier, é analisado o Fenómeno multidimensional da violência contra as mulheres e são nomeadas, num artigo de Adriana Lopera, Algumas formas da violência patriarcal. É igualmente realçado o carácter "persistente, generalizada e inaceitável" deste tipo de violência que, no nosso país, assume, maioritariamente, a forma de violência doméstica. São ainda publicados os artigos Não somos cúmplices nem indiferentes, Não pararemos de lutar até que todas sejamos livres e A Branca de Neve e a Bruxa Má, de Albertina Pena, Nádia Cantanhede e Helena Pinto, respectivamente. Pode ainda consultar aqui o Manifesto da Marcha pelo Fim da Violência contra as Mulheres e aceder ao relatório do Observatório de Mulheres Assassinadas referente ao ano de 2011.

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Violência contra as Mulheres

A violência contra as mulheres é uma forma de discriminação e uma violação de direitos humanos, sendo que a sua persistência constitui um pesado retrocesso civilizacional. No dia 25 de novembro, sairemos à rua para exigir a vontade política e os recursos necessários para assegurar uma estratégia eficaz de prevenção e combate à violência contra as mulheres. Dossier organizado por Mariana Carneiro.

UMAR apresenta dados sobre mulheres assassinadas em 2011

A UMAR apresentou esta quinta-feira, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Doméstica, os dados relativos ao Observatório de Mulheres Assassinadas e referentes ao ano de 2011. Até dia 11 de novembro do presente ano, registaram-se 23 homicídios, 39 tentativas de homicídio e 62 vítimas associadas. Ver relatório.

Violência contra as mulheres: um fenómeno multidimensional

A violência contra as mulheres é uma forma de discriminação e uma violação de direitos humanos, sendo que a sua persistência constitui um pesado retrocesso civilizacional. Tendo em conta que as suas manifestações são variadas e complexas, a resposta a este fenómeno terá que ser global, estratégica e exige o envolvimento de toda a sociedade.

Algumas formas da violência patriarcal

O patriarcado é muito antigo. Oprime as mulheres pelo facto de o serem. Já existia antes do capitalismo e reproduz-se de diversas formas para além do aspecto estritamente económico: pela linguagem, os estereótipos, a cultura. Artigo de Adriana Lopera.

Violência Contra as Mulheres é "persistente, generalizada e inaceitável"

Durante a apresentação, em outubro deste ano, do relatório anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre violência contra mulheres, Rashida Manjoo, Relatora Especial deste Conselho, classificou este tipo de violência como "persistente, generalizada e inaceitável" em todo o mundo.

O fenómeno da violência doméstica em Portugal

A violência doméstica é, muito possivelmente, a forma mais generalizada de violência contra as mulheres. No nosso país, este tipo de violência continua a vitimizar dezenas de milhares de mulheres, chegando a causar a morte de algumas das vitimas.

Não somos cúmplices nem indiferentes!

É este um dos lemas que nos deve nortear no que diz respeito à violência contra as mulheres. Não existe um decréscimo no número de vítimas de violência contra as mulheres, apesar de parecer que já está tudo feito, que a igualdade existe e que já é considerado crime público. Tem aumentado o número de denúncias, mas nem por isso têm aumentado as medidas de prevenção ou a avaliação do risco.  Artigo de Albertina Pena.

Não pararemos de lutar até que todas sejamos livres!

Como salienta Christine Ockrent, as mulheres são sempre as primeiras vítimas de humilhação, precariedade, maus-tratos conjugais, criminalidade, pobreza, fome, desemprego, violência, violação, morte. Artigo de Nádia Cantanhede.

A Branca de Neve e a Bruxa Má

O combate à violência sobre as mulheres é uma causa mundial que, felizmente, ano após ano tem maior visibilidade e congrega cada vez mais sectores da sociedade. Artigo de Helena Pinto.

Manifesto da Marcha pelo Fim da Violência contra as Mulheres

No dia 25 de novembro, celebra-se o "Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres". Em Portugal, esta data será assinalada com a Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, cujo início está marcado para as 17h no Largo de Camões, em Lisboa. Leia aqui o manifesto da marcha.

Comentários

Bom dia,

Na minha opinião, para além de legislar, é muito importante que sejam criadas condições para que todas as pessoas possam ter acesso aos direitos que lhes deveriam ser garantidos pelas leis.

As associações que apoiam as vitimas de crimes fazem discursos muito bonitos na televisão mas não dão qualquer tipo de apoio. Conseguir apoio jurídico gratuito através da segurança social é cada vez mais dificil. Assim, quem tem a infelicidade de passar por uma situação destas vê-se completamente só, sem qualquer hipótese de solucionar o problema.

De nada vale termos uma legislação muito moderna e uma grande quantidade de entidades que se dizem vocacionadas para ajudar as vítimas de crimes se na prática estas pessoas andam durante anos a implorar por algum tipo de solução para as suas vidas e acabam muitas vezes por ser assassinadas pelos agressores porque ninguém se preocupou com elas.
Conheço uma situação destas e tenho tentado encontrar alguma resposta para o problema mas não conseguimos qualquer tipo de solução...

Cumprimentos.

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