"Choque tecnológico: PS 0, Bloco 1" criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
05-Aug-2009
Cartoon de Pedro Vieira, do 'Arrastão', desenhado no Encontro com os bloggers. Foto de Paulete MatosA promessa de fazer a primeira Blogconf transmitida em vídeo e em directo na Net foi cumprida no fim da tarde de terça-feira pelo Bloco de Esquerda. Depois do fiasco da transmissão directa do encontro de Sócrates com os bloggers, que não houve, a responsabilidade do Bloco era maior. Mas a transmissão decorreu sem percalços, durante quase três horas de debate vivo e intenso envolvendo 10 blogs e 15 bloggers. Veja a galeria de imagens.


Sob o título "Choque tecnológico: PS 0, BE 1", o blogue Delito de Opinião resumiu assim, ainda antes de terminar, a Blogconf com Francisco Louçã: "O Bloco de Esquerda dá uma lição ao PS em matéria de 'choque tecnológico': enquanto o encontro de José Sócrates com alguns bloguistas, há uns dias, não chegou a ser transmitido em directo por 'lapsos técnicos' nunca especificados, o encontro desta tarde de Francisco Louçã com representantes de blogues, na Casa do Alentejo em Lisboa, está a decorrer sem qualquer percalço técnico."

Mas não foi só a qualidade da transmissão que caracterizou esta primeira Blogconf que deu certo. Os blogs presentes, que representavam uma variedade de opiniões grande e não tinham ido ao encontro com qualquer intenção de participar num "beija-mão", não hesitaram em colocar perguntas na sua opinião incómodas, de forma frontal. Louçã não se furtou a elas, e em muitos momentos o debate subiu de tom, sem nunca, porém perder o bom humor.

Uma importante inovação da Blogconf do Bloco foi também a participação de Pedro Vieira, do Arrastão , que fui ilustrando na sua mesa de desenho digital os momentos altos do debate, postando os seu cartoons no blog, para deleite de todos.

A única coisa que correu mal foi a ausência de ar condicionado na Casa do Alentejo, que, adicionada ao dia quente e ao calor dos projectores de iluminação, tornou a sala numa verdadeira sauna. Um problema com a ligação de três portáteis à rede wireless disponibilizada pelo Bloco foi resolvida por um técnico algum tempo depois do início.

A seguir, um resumo do debate que poderá ser visto em breve em diferido.

Participantes:

Paulo Guinote, de A educação do meu Umbigo, Rui Seabra, do Software livre no Sapo, João Vasconcelos, do Activismo de Sofá, Joana Mortágua e Tiago Ivo Cruz, de Les Canards Libertaires, Palmira Silva e João Galamba, do Jugular, João Villalobos e Tiago Ramalho, do Corta-Fitas, Rodrigo Moita Deus e Henrique Burnay, do 31 da Armada, João Gomes de Almeida, do Risco Contínuo, Carlos Barbosa de Oliveira, do Delito de Opinião, e José Reis Santos, da Loja das Ideias.

Sobre educação:

Guinote começou o debate com uma pequena provocação. O programa do Bloco de Esquerda, perguntou, não é um reduto de "eduquês"?

"A noção de eduquês foi inventada com algum acinte por teóricos da ofensiva liberal contra o ensino", respondeu Louçã. Reconhecendo que alguma tecnocracia da 5 de Outubro, desconhecedora das escolas, foi criando "um manancial de referências que se aproximou do absurdo", Louçã observou que um dos momentos mais altos desse absurdo foi quando a Secretaria de Estado foi entregue ao CDS. Mas não compartilhou a crítica: "o que o programa diz é que a educação é um serviço público, ponto de partida para a igualdade de oportunidades, e que tem de haver uma qualificação e uma exigência que passa por respeitar os princípios do funcionamento da escola como comunidade, por valorizar o trabalho dos professores e por ser muito exigente em relação a eles", razão pela qual o Bloco se opôs à avaliação dos professores, mas apresentou uma proposta alternativa.

Guinote perguntou então se Louçã achava que a escola deve ser a grande niveladora das desigualdades sociais e o dirigente bloquista respondeu que não: "Não podemos pedir à escola que faça tudo o que a sociedade não consegue fazer."

Sobre a política educativa, Louçã disse que é preciso derrotar Maria de Lurdes Rodrigues. "A crispação da política portuguesa sobre educação chegou a um tal ponto que nunca tendo José Sócrates querido fazer qualquer remodelação", acabou por concentrar na ministra de Educação "uma forma de percepção pública numa área estratégica, e se não tirarmos essa rolha não vai haver qualquer alteração."

Sobre software livre

Rui Seabra, do blog Software livre no Sapo, qus saber a política do Bloco sobre normas abertas e software livre. Louçã respondeu que as propostas do Bloco já vêm de anteriores legislaturas e tem insistido belas. "Mesmo no Parlamento gastam-se 150 mil euros em licenças da Microsoft", disse. O primeiro passo seria a generalização da adopção do software livre na administração pública, "com o argumento da poupança, mas também o da segurança". Rui Seabra e Louçã concordaram também na oposição às patentes de software. "Se estivéssemos hoje a pagar direitos de autor sobre o teorema de Pitágoras ou sobre a investigação de Darwin, que ciência poderia ser feita hoje?", exemplificou Louçã.

Sobre o Instituto Português do Sangue

Joana Mortágua, do Les Canards Libertaires, trouxe o tema do Instituto Português do Sangue e a doação de sangue por homossexuais. Para Francisco Louçã, as declarações do presidente do IPS, Gabriel Olim, mostram que ele quis afirmar um princípio de discriminação de grupo, o que é suficientemente grave, como foi muito mais longe", defendendo que um homossexual deveria ser preso por não o declarar. "Tornou-se um universo paranóico de alguém que tem pouca preocupação com o que diz e que é muito insensato. Creio que essas eram boas razões para que fosse substituído."

Sobre a 'esquerda democrática'

Joana Mortágua perguntou ainda se Louçã aceitava lições de democracia de José Sócrates, que gosta de se apresentar como o líder da "esquerda democrática". "Aceito", respondeu Louçã. "Naturalmente, aceito de toda a gente. Mal de nós se na política ou na vida não tivéssemos de aprender lições uns dos outros... Incluindo sobre democracia, porque não há nenhuma democracia perfeita." O dirigente bloquista ressalvou porém que nestes quatro anos e meio de governo socialista houve muitos motivos de preocupação quanto à democracia, porque se foram constituindo mecanismos de controlo social, contestáveis por qualquer democrata, "chegou a níveis preocupantes." Citou a revisão constitucional feita pelo PS e o PSD "de propósito para que possa haver buscas nocturnas às casas das pessoas", visitas da polícia às sedes dos sindicatos, "deslizes" com os quais o ministro Santos Silva sempre concordou.

"Ganhar as eleições na Internet"

João Vasconcelos, do Activismo de Sofá, perguntou sobre o uso das novas tecnologias para auscultar as pessoas. Louçã respondeu frontalmente: "Queremos ganhar as eleições na Internet". Citou a criação do portal Esquerda.net, um portal de comunicação que foi uma opção estratégica do Bloco, e a forma como o programa eleitoral do Bloco foi construído e debatido sempre na Internet.

Sobre governabilidade e ingovernabilidade

Palmira Silva, do Jugular, perguntou sobre a governabilidade, já que as sondagens mostram que PS e Bloco terão maioria na AR. O que o Bloco pensa fazer para viabilizar um governo?

Louçã respondeu: "Eu não concordo com a forma da política que pretende reservar o poder sem querer submeter-se à exigência democrática da discussão sobre o que é que o poder faz." Concretizando, Louçã mostrou que em questões como a IVG ou a lei da paridade, o Bloco esteve junto ao PS e leis foram aprovadas.

Mas os grandes conflitos entre Bloco e PS tiveram a ver com relações sociais, nomeadamente o código do trabalho, que impõe normas totalmente liberais. "Se governabilidade é aceitar abdicar de todas as ideias para proteger a destruição económica e a destruição das relações sociais, como o código representa, eu digo que isso é ingovernabilidade. Uma maioria dessas destrói as relações sociais do país". Procedemos por valores, por princípios, disse Louçã. "Nesses princípios, nunca falhámos. Que é que o PS vai propor sobre o défice orçamental? E sobre o resto da privatização da Galp? Ou da EDP? Ou da REN?... O PS vai propor a privatização das águas, já o propunha, adiou pelas condições de mercado." Para Louçã, é preciso uma nova esquerda que seja maioritária e possa governar. E que se fará sem dúvida com muita gente que está no PS. Mas não se fará com o Partido Socialista."

Diante da insistência de João Galamba, do mesmo blog, Louçã anunciou com ironia uma "má notícia": que "Pacheco Pereira irá ser o cabeça-de-lista do PSD em Santarém, concorrendo consigo, visto que é candidato pelas listas do PS, e lá estaremos na batalha."

Sobre as medidas de combate à crise

Diante da pergunta de João Galamba sobre as propostas de combate à crise do Bloco, "redestributivas, fez as contas?", Louçã confirmou que as fizera e explicou que as medidas do Bloco de Esquerda têm efeito imediato, ao contrário das do PS: "o TGV começa a ser construído só daqui a cinco anos". A primeira medida é a sustentação da procura, na recessão. "Para isso, propomos o aumento das pensões", 300 a 400 milhões de euros por ano, que serão financiados com o imposto sobre as grandes fortunas. A segunda medida é a reabilitação urbana, envolvendo 5 mil milhões de euros. O efeito destas medidas, em relação ao TGV e ao aeroporto, é que o efeito é imediato em emprego disseminado no país. "Os dois projectos têm um impacto de cerca de 2% do Produto".

Sobre nacionalizações

João Villalobos, do Corta-Fitas, questionou o "ímpeto nacionalizador do Bloco", perguntou quais as empresas que o Bloco quer ver nacionalizadas.

"Nós defendemos a nacionalização da energia, o que significa a Galp e a EDP fundamentalmente. Defendemos uma intervenção pública no sistema financeiro através da CGD", respondeu Louçã, recordando que Galp e EDP foram privatizadas por "uma única razão que custa a reconhecer aos liberais: é que não têm concorrência significativa."

Sobre fuga de empresários

João Villalobos perguntou em seguida se o sector privado não fugiria do país com um governo do Bloco de Esquerda. Louçã respondeu, com ironia, que da primeira vez que propôs o imposto sobre as grandes fortunas, "o Belmiro de Azevedo escreveu-me, mandou-me uns faxes", ameaçando deslocar a sua holding para a Holanda se a proposta fosse aprovada. Simplesmente, a lei portuguesa estabelece, e bem, há muito tempo, que o local efectivo da tributação é onde se desenvolvem os negócios. Portanto, o que é isso de fugir? Ele sempre seria tributado aqui."

Sobre a "superioridade moral"

Henrique Burnay, do 31 da Armada, perguntou sobre a alegada superioridade moral "que no Bloco é mais notória", Louçã respondeu que "tudo o que o Bloco de Esquerda foi fazendo nos últimos anos tem uma constante: fomos sendo mais consistentes. E mais consistentes por valores. Eu creio que isso é a nossa força".

Sobre "empresários que respeite"

Perguntado pelo mesmo blogger se admira algum empresário, Louçã disse que na indústria de investigação em farmacogenómica, nós temos empresas muito capazes, do melhor que há ao nível europeu, pessoas que fazem uma interacção com a ciência e são extremamente competentes. Mas não quis citar nomes "para não prejudicar a sua cotação na Bolsa", ironizou.

Rodrigo Moita Deus perguntou se Louçã se sentia traído por Miguel Vale de Almeida, ao que este respondeu que não. "Eu gosto muito do Miguel Vale de Almeida, sou muito amigo dele e respeito muito a decisão dele (de integrar as listas do PS)". E, prosseguiu, "se o Miguel Vale de Almeida ajudar que o PS cumpra a sua palavra por uma vez, parabéns!"

Sobre alegados convites a Maria do Rosário Gama

João Gomes de Almeida, do Risco Contínuo, perguntou se há centralismo democrático no Bloco. "Nós não temos esse termo nos estatutos e não o aceitamos, se o que isso quer dizer é que o comité central decide e os militantes têm de cumprir.... Se um militante tem uma opinião própria exprime-a com toda a liberdade". Louçã desmentiu também que o Bloco tenha tentado aliciar a militante alegrista Maria do Rosário Gama para as suas listas. "É totalmente falso. O Bloco falou com a Maria do Rosário Gama porque houve um movimento de cidadãos que queria fazer em Coimbra uma lista independente que pudesse ser apoiada por activistas de vários partidos e por pessoas independentes. E um dirigente do PS sugeriu que essa lista seria encabeçada pela Maria do Rosário Gama. Seria uma excelente candidata à Câmara de Coimbra. Mas nunca a convidámos para uma lista do Bloco de Esquerda."

Questões ambientais

Carlos Barbosa de Oliveira, do Delito de Opinião, abordou a política ambiental e quis saber quais são as propostas em termos ambientais do Bloco, na questão da mudança de vida urbana. Louçã respondeu que o modelo do comércio das emissões de carbono tem "o nosso total desacordo." Louçã defendeu a eficiência sobre a utilização da água. Sobre a política do PS para as políticas renováveis, Louçã disse que concorda com as medidas fundamentais tomadas nas eólicas e energias renováveis, como a fotovoltaica, apesar de achar que há uma discussão sobre a forma como se facilitou o crédito e que tipo de empresas teve acesso ao mercado dos fotvoltaicos. Disse estar de acordo com as taxas de entrada nas cidades, desde que haja a contrapartida os transportes públicos.

Sobre partido de protesto

José Reis Santos, da Loja das Ideias, o último, referindo-se à frase de Louçã que "só um partido que proteste contra as injustiças merece governar", quis saber se há partidos que não façam esse protesto. "Com certeza", respondeu Louçã. "O PSD é o partido da injustiça. A política do PS, na minha opinião, foi uma política substancialmente de injustiça. Na Segurança Social ou no emprego, por exemplo."

» 4 Comentários
4"Cortes"
em 06 de August de 2009 12:39por Luis Leiria
Caro Álvaro, 
Não foi cortada qualquer referência do Rui Seabra ao PCP, como ele próprio poderá confirmar. Haja paranóia...
3Comentários
em 06 de August de 2009 12:35por Álvaro
Achei estranho, no vídeo sobre software livre, os dois cortes que existem no meio da pergunta de Rui Seabra.  
Será que a razão de tal corte se deve ao facto de os projectos de lei referidos, terem sido apresentados pelo Grupo Parlamentar do PCP? Fiquei intrigado...Não basta dizer que se transmitiu este debate em directo, ao contrário do PS. É preciso transmiti-lo na totalidade.
2Comentários
em 05 de August de 2009 15:22por Luis Filipe Pires
Quero felicitar o Bloco de Esquerda por esta extraordinária iniciativa.  
Não existiu qualquer problema técnico. 
Os bloggers não facilitaram a vida a Francisco Louçã formulando perguntas nada fáceis e mesmo algumas provocações. 
O Francisco esteve no seu melhor nível respondendo a todas as perguntas e mantendo alguns debates, alguns com elevada complexidade, durante cerca de duas horas e três quartos, sem nunca mostrar sinais de cansaço ou perder o humor.  
Esteve tudo a 100%! Admirável!
1"Parabéns"
em 05 de August de 2009 13:25por Miguel Martins
Acompanhei ontem a transmissão e quero felicitar esta iniciativa, já que o confronto de ideias se revela enriquecedor da democracia e ajuda a passar a mensagem do BE, que por vezes está, erradamente, conotada de radicalidade. Apelo também para que se voltem a repetir estas iniciativas, e outras, onde por exemplo, o público em geral possa questionar o Prof. Louçã. Bem sei que no BE, isso é feito com outros deputados e que o Prof. Louçã tem uma vida muito ocupada, mas seria positivo. Parabéns
» Submeter Comentário
Email (o endereço de email não irá ser publicado)
Nome
Título
Comentários
 caracteres restantes
Captcha Image Regenerate code when it's unreadable
 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >
Últimas
Portal do Bloco de Esquerda
Portal do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda
Portal do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu
tit_tvbloco.png
Ana Drago fala de "investimento obscuro" na Parque Escolar
Ana Drago defende que a propriedade das escolas deve ser pública, os ajustes directos devem terminar e deverá vigorar o Código de Contratação Pública.
José Soeiro: "O Estado é o maior patrão de precários"
Intervenção no debate do OE'2010, propondo o fim dos falsos recibos verdes e da precariedade dos trabalhadores do Estado que asseguram funções permanentes.
tit_dossier.png
Centenário do Dia Internacional da Mulher
Dossier: Centenário do Dia Internacional da Mulher
Cem anos passam desde que Clara Zetkin propôs o dia 8 de Março como Dia Internacional da Mulher, na II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas. Muitas histórias se contam sobre a origem deste dia e muitas lutas importantes se seguiram. O Esquerda.net publica um dossier com o relato e a análise destes acontecimentos.

Ler Mais
dossier_mais.png
tit_cantosdacasa.png
Samuel Úria n'Os Cantos da Casa 78
Samuel ÚriaSamuel Úria: Nem lhe tocava (2009).
Ana Sofia Varela: Fados de amor e pecado (2009).
Fausto Bordalo Dias: Fausto (1970).
Paulo Soares: A guitarra e a Universidade de Coimbra (2009
Clique para ouvir em mp3 ou em wma 

Em Foco
Fotogaleria da inauguração da nova sede nacional


Durante a inauguração da nova sede do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã afirmou que “no começo da segunda década do Bloco de Esquerda, é muito maior o compromisso, é muito maior a responsabilidade concreta que cada um de nós tem na construção de uma esquerda nova e socialista”. Fotos de André Beja. Ver notícia no esquerda.net

Web Social
 
hi5 Facebook Twitter MySpace Flickr
Separador
Opinião
A derrota de Jardim
Jaime PinhoJardim ameaça mandar reconstruir tudo. No mesmo sítio!
Artigo de Jaime Pinho

Ler Mais e Comentar...
Thatcher ainda mora aqui
João Teixeira LopesToda a «terceira via», Sócrates e o PS incluídos, clamavam ainda há um ano contra o pacto de estabilidade e crescimento e a selvajaria neoliberal. Hoje a amnésia selectiva volta a actuar.
Artigo de João Teixeira Lopes

Ler Mais e Comentar...
tit_esquerda.png
Esquerda 38: A austeridade é a resposta errada à crise
Jornal Esquerda 38 - Março 2010
Clique na imagem para aceder ao Esquerda 38 em pdf
Outros números do jornal Esquerda
Assinatura do Jornal Esquerda
Agenda
12 de Março
Seminário "O Cisma Sino-Soviético: Impactos Nacionais e Globais"
org. Instituto de História Contemporânea
com. Fernando Rosas, Carlos Brito, Rui Gomes, José Manuel Cordeiro Lopes e Miguel Cardina
Lisboa, FCSH - UNL - sala multiusos - 4ºandar, 14h30 - 17h30

Cinema em Marcha: “Domésticas”
Lisboa, Casa da Achada - Rua da Achada Nº 11, 18h

Sessão pública: Por que falhou Copenhaga?
Lutas pela Justiça Climática
com Marisa Matias e Ricardo Coelho
Coimbra, Galeria Santa Clara, 21h30. Ver cartaz


Ver Agenda
Vírus
Leia aqui a revista Vírus #8
tit_leitores.png
Transbordo de lixos no aterro da ALGAR da Serra do Caldeirão
O transbordo de lixos e lixiviados, ocorrido no Aterro Sanitário do Sotavento (em Loulé, no Algarve) entre os dias 1 e 3 de Março, é um grave incidente ambiental, e tem responsáveis que não podem ser escondidos, nem ficar impunes. Artigo de Álvaro Delgado.
Ler Mais
tit_nesw.png






RSS Temáticos
RSS Global
RSS Opinião
RSS Vídeo
RSS Rádio
© 2010 Esquerda.Net
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.