Por que não fazemos de 5 de Junho um referendo?

(…) O que é importante no curto prazo é saber se consentimos ou rejeitamos um novo programa de austeridade irresponsável que nos pode trancar numa rota de desastre. 5 de Junho poderá ser transformado no nosso referendo Islandês (...) E se o “não” ganhasse esse referendo? Nesse caso teríamos de fazer o que não dá jeito a Merkel e Sarkozy: reestruturar a dívida agora e não em 2013. Não é uma escolha sem consequências, é simplesmente o menos mau dos males na situação em que vamos estar a 5 de Junho juntamente com os gregos e os irlandeses, pelo menos. Publicado por José M. Castro Caldas em Ladrões de Bicicletas

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(…) O que é importante no curto prazo é saber se consentimos ou rejeitamos um novo programa de austeridade irresponsável que nos pode trancar numa rota de desastre. 5 de Junho poderá ser transformado no nosso referendo Islandês (...)
E se o “não” ganhasse esse referendo? Nesse caso teríamos de fazer o que não dá jeito a Merkel e Sarkozy: reestruturar a dívida agora e não em 2013. Não é uma escolha sem consequências, é simplesmente o menos mau dos males na situação em que vamos estar a 5 de Junho juntamente com os gregos e os irlandeses, pelo menos.
Publicado por José M. Castro Caldas em Ladrões de Bicicletas

Portuguese, Portugal
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(…) O que é importante no curto prazo é saber se consentimos ou rejeitamos um novo programa de austeridade irresponsável que nos pode trancar numa rota de desastre. 5 de Junho poderá ser transformado no nosso referendo Islandês (...)
E se o “não” ganhasse esse referendo? Nesse caso teríamos de fazer o que não dá jeito a Merkel e Sarkozy: reestruturar a dívida agora e não em 2013. Não é uma escolha sem consequências, é simplesmente o menos mau dos males na situação em que vamos estar a 5 de Junho juntamente com os gregos e os irlandeses, pelo menos.
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