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Luísa Cabral

Bibliotecária reformada da função pública. Candidata do Bloco de Esquerda nas eleições legislativas de 2015, pelo círculo eleitoral de Lisboa.

Artigos do Autor(a)

26 de Novembro, 2015 - 09:04h

Libertos da canga, apesar das responsabilidades acrescidas, podemos sorrir.

6 de Novembro, 2015 - 11:46h

Indignada com as palavras exclusivas sobre um milhão de portugueses do Presidente da República e sob o ritmo dos acontecimentos destes dias, reuni algumas ideias avulso que me parecem oportunas.

9 de Outubro, 2015 - 09:09h

O Bloco de Esquerda sabe o que quer e como quer. Aceita a negociação, vamos a isso. Não haverá governo de esquerda se o PS fraquejar mas essas são contas do seu rosário que terá de prestar hoje e no futuro.

2 de Outubro, 2015 - 17:12h

A direita e o seu governo arruinou o presente e comprometeu o futuro. É tempo de parar a austeridade que destrói a vida; é tempo de resgatar o futuro.

2 de Setembro, 2015 - 10:07h

Os Reformados e Pensionistas são aqueles que cumpriram uma carreira contributiva e que, sem margem para dúvidas ou hesitações, ganharam o direito a uma retribuição para a velhice, retribuição que foi contratualizada e que agora, miseravelmente, lhes está a ser roubada.

14 de Agosto, 2015 - 16:05h

Alterar a TSU equivale a pisar de novo a linha vermelha, a carregar mais sobre os mesmos. A recusa intransigente desta proposta de alteração coloca-nos em campo oposto.

3 de Agosto, 2015 - 00:09h

Quando já não tínhamos dúvidas nenhumas sobre a crueldade dos programas que apadrinharam, PSD e CDS chegaram agora ao clímax ao apresentarem propostas para os próximos quatro anos.

17 de Julho, 2015 - 11:39h

Os aposentados e pensionistas têm sido zurzidos de forma inimaginável apenas há três anos. Pelo seu trabalho, cada um de nós confiou na retribuição contratualizada, devida e proporcional. Ao não honrar este compromisso, o governo deixou de ser pessoa de bem.

18 de Junho, 2015 - 15:28h

Esta pergunta-resposta do Primeiro-Ministro deixa-nos estupefactos. Não pelo tom coloquial mas pela perfídia. A pergunta, Sr. Primeiro-Ministro, deveria ser outra: se a justiça for reposta, o mercado ganha com isso enquanto a pobreza recua alguma coisa, não é?

21 de Maio, 2015 - 22:00h

O calendário diz que chegou o tempo de definir um caderno de reivindicações muito concretas para executar no curto prazo. Para os pensionistas e reformados a justiça é agora porque amanhã pode ser tarde demais.

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