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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

21 de Junho, 2014 - 00:05h

Há dois projetos para a próxima década de Portugal, um que assume o Tratado Orçamental como base irrecusável de todas as demais escolhas e outro que faz da recusa do Tratado Orçamental a primeira das escolhas da qual decorrem todas as outras.

13 de Junho, 2014 - 23:12h

Os Campeonatos do Mundo ou os Jogos Olímpicos são cada vez mais offshores face à lei vigente e ao funcionamento social corrente.

6 de Junho, 2014 - 21:31h

O pedido de aclaração é a versão cínica do primarismo berlusconiano contra os juízes.

31 de Maio, 2014 - 15:14h

A agência de rating Fitch tornou pública a sua avaliação dos resultados das eleições para o Parlamento Europeu. A conclusão é enfática: não houve uma "grande penalização eleitoral tendo em conta o nível de austeridade".

23 de Maio, 2014 - 21:00h

A abstenção será falta de comparência ao confronto com quem manda e um prémio a quem faz campanha a entreter para não ter de falar do essencial.

17 de Maio, 2014 - 00:25h

Na fragilização da contratação coletiva, o Governo simboliza a sua visão do direito do trabalho: um empecilho ao mercado que importa afastar.

9 de Maio, 2014 - 16:15h

O BCE, o FMI e a CE entenderam organizar em Sintra, no dia das eleições, uma jornada de propaganda da receita de austeridade. O 1640 de que fala vibrantemente Paulo Portas é isto: os Filipes vêm a Sintra festejar a ocupação libertadora de Portugal.

2 de Maio, 2014 - 23:37h

Na União Europeia do nosso tempo, os programas que nos governam de facto não vão mais a votos - fossem e seriam cilindrados. As troikas não são eleitas - e, no entanto, são elas que nos governam.

26 de Abril, 2014 - 14:34h

O FMI e o seu governo querem que avaliemos negativamente o caminho de conquista de direitos feito nestes quarenta anos porque querem que dessa avaliação resulte o compromisso de termos quarenta anos futuros de retração nos direitos e nos seus mecanismos de garantia.

19 de Abril, 2014 - 00:29h

Quarenta e cinco anos depois do 17 de abril de 1969, PSD e CDS impedem os militares que fizeram o 25 de Abril de falar na sessão evocativa da revolução democrática. Diante da pretensão dos capitães de Abril, a maioria governamental responde como Américo Tomás.

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