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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

26 de Setembro, 2014 - 10:36h

A direita nunca contesta de frente o modelo constitucional de democracia. O que faz é dizer-se sua cumpridora com a mesma sinceridade com que Mourinho elogia Jorge Jesus.

19 de Setembro, 2014 - 23:21h

Que a maioria dos eleitos representam, em última análise, os interesses não de quem os elegeu mas de quem manda no País - esse é o núcleo da crise da democracia representativa.

13 de Setembro, 2014 - 12:28h

A Europa concreta de que Moedas é agora a voz na ciência e investigação destruiu ou legitimou a destruição de duas décadas de qualificação de Portugal nessas áreas.

6 de Setembro, 2014 - 00:01h

Ao escolher Juncker e Tusk, a União Europeia escolheu a via da obstinação na desregulação e na polarização social. Escolheu a via do enfraquecimento da união e da Europa.

30 de Agosto, 2014 - 00:02h

As doenças negligenciadas - sejam as chamadas doenças raras sejam sobretudo as grandes epidemias do mundo pobre, como a malária ou o ébola - são o rosto de uma biopolítica global conduzida pelo primado do lucro da indústria farmacêutica.

23 de Agosto, 2014 - 00:04h

A disponibilidade, seja de quem for, para ajudar a combater o sofrimento alheio não se discute. O que, sim, merece discussão é essa alegada superioridade das chamadas "causas humanitárias" relativamente a outras causas de mobilização social.

15 de Agosto, 2014 - 18:56h

Para mim, Robin Williams foi John Keating. Se John Keating fosse avaliado por um zeloso comité examinador da 5 de Outubro, certamente seria excluído do sistema por não cumprir os mínimos indicadores de responsabilidade docente.

9 de Agosto, 2014 - 00:01h

A prática dos Estados Unidos, da Itália, de França e de outros países mostra que as primárias não tratam de propostas e de programas mas de caras e de estilos. Cuidam do aspeto, não do conteúdo.

2 de Agosto, 2014 - 00:06h

Quer o Governo fomentar a natalidade em Portugal? Pois bem, assuma a estabilidade dos vínculos laborais como imprescindível, imponha os direitos de todos à saúde, à educação e ao trabalho, proteja o País contra os credores permitindo que a economia cresça.

25 de Julho, 2014 - 23:57h

Ao decidir pela inclusão da petroditadura de Obiang, a CPLP aceitou abandonar a sua matriz fundadora - e a diversidade de lógicas que a animavam - e tornar-se outra coisa totalmente distinta.

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