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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

24 de Outubro, 2014 - 11:35h

O que no livro “Os facilitadores”, escrito pelo jornalista Gustavo Sampaio, se escalpeliza é um dos lados mais opacos – mas também mais espessos – do poder em Portugal.

18 de Outubro, 2014 - 03:01h

O silêncio sobre Hong Kong e o silêncio sobre Kobani irmanam-se no mesmo cinismo. Em Hong Kong resiste-se pela democracia. Em Kobani resiste-se pela liberdade. E o silêncio sobre ambos é de gelo.

10 de Outubro, 2014 - 23:49h

É por ser refém da chantagem da dívida que o país se embaratece, se rende e se vende. A dívida é para a nossa geração o que o ultimato foi para a geração que implantou a República.

4 de Outubro, 2014 - 00:01h

Associar a subida do salário mínimo à redução da parte dos patrões na TSU é um sinal político de grande importância: o governo mostra inflexibilidade no propósito de não reequilibrar minimamente o que desequilibrou maximamente - a distribuição de rendimento entre o trabalho e o capital.

26 de Setembro, 2014 - 10:36h

A direita nunca contesta de frente o modelo constitucional de democracia. O que faz é dizer-se sua cumpridora com a mesma sinceridade com que Mourinho elogia Jorge Jesus.

19 de Setembro, 2014 - 23:21h

Que a maioria dos eleitos representam, em última análise, os interesses não de quem os elegeu mas de quem manda no País - esse é o núcleo da crise da democracia representativa.

13 de Setembro, 2014 - 12:28h

A Europa concreta de que Moedas é agora a voz na ciência e investigação destruiu ou legitimou a destruição de duas décadas de qualificação de Portugal nessas áreas.

6 de Setembro, 2014 - 00:01h

Ao escolher Juncker e Tusk, a União Europeia escolheu a via da obstinação na desregulação e na polarização social. Escolheu a via do enfraquecimento da união e da Europa.

30 de Agosto, 2014 - 00:02h

As doenças negligenciadas - sejam as chamadas doenças raras sejam sobretudo as grandes epidemias do mundo pobre, como a malária ou o ébola - são o rosto de uma biopolítica global conduzida pelo primado do lucro da indústria farmacêutica.

23 de Agosto, 2014 - 00:04h

A disponibilidade, seja de quem for, para ajudar a combater o sofrimento alheio não se discute. O que, sim, merece discussão é essa alegada superioridade das chamadas "causas humanitárias" relativamente a outras causas de mobilização social.

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