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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

20 de Dezembro, 2014 - 10:11h

Nenhuma esquerda digna desse nome pode abdicar de defender os povos da Europa contra uma Europa que só serve para os punir.

14 de Dezembro, 2014 - 12:49h

Os fazedores de opinião acham invariavelmente que as pessoas que estragam as suas vidas lutando pela democracia e pelos direitos lá longe são heróis e exemplos para todos nós. Quando as lutas pela democracia e pelos direitos são do lado de cá, aí os fazedores de opinião mudam de opinião.

7 de Dezembro, 2014 - 12:41h

Marcelo Rebelo de Sousa escandaliza-se muito com os deputados que veem fotografias de raparigas avantajadas para não ter que falar dos deputados que mostram fotografias de um país espezinhado pelos seus avantajados donos.

15 de Novembro, 2014 - 16:08h

A questão é muito simples: escolher entre uma estratégia fundada na centralidade dos direitos humanos e uma estratégia fundada na centralidade dos direitos do dinheiro. É isso, e nada mais, que se discute por estes dias a propósito dos vistos gold.

8 de Novembro, 2014 - 00:49h

Os “sweetheart deals” apadrinhados pelos governos de Juncker não são menos que acordos de fuga ao fisco nos países comunitários de tributação. E é pois de fuga ao fisco em larga escala ou seja, de criminalidade económica sofisticada que se trata.

1 de Novembro, 2014 - 12:35h

Durão Barroso viu na guerra contra o Iraque o mesmo que Bruno Maçães vê agora na guerra contra os parlamentos e os tribunais nacionais: o elixir da juventude para uma Europa que, enfim, se liberta dessa tralha chamada superioridade da lei face às estratégias de lucro das empresas.

24 de Outubro, 2014 - 11:35h

O que no livro “Os facilitadores”, escrito pelo jornalista Gustavo Sampaio, se escalpeliza é um dos lados mais opacos – mas também mais espessos – do poder em Portugal.

18 de Outubro, 2014 - 03:01h

O silêncio sobre Hong Kong e o silêncio sobre Kobani irmanam-se no mesmo cinismo. Em Hong Kong resiste-se pela democracia. Em Kobani resiste-se pela liberdade. E o silêncio sobre ambos é de gelo.

10 de Outubro, 2014 - 23:49h

É por ser refém da chantagem da dívida que o país se embaratece, se rende e se vende. A dívida é para a nossa geração o que o ultimato foi para a geração que implantou a República.

4 de Outubro, 2014 - 00:01h

Associar a subida do salário mínimo à redução da parte dos patrões na TSU é um sinal político de grande importância: o governo mostra inflexibilidade no propósito de não reequilibrar minimamente o que desequilibrou maximamente - a distribuição de rendimento entre o trabalho e o capital.

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