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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

22 de Março, 2015 - 11:46h

Há um travo de Estado Novo no discurso do Governo e isso é indisfarçável. Não, não é o regresso ao fascismo. Não precisa de o ser. Porque é um claro desdém da democracia com a cobertura da própria democracia.

15 de Março, 2015 - 16:26h

A falcatrua é o lado sexy do caso BES, como tinha sido antes do caso BPN ou do caso BPP. O BES era o banco do regime, diz-se. Pois bem, de que regime foi o BES o banco?

1 de Março, 2015 - 12:26h

A União Europeia confina ao campo da semântica tudo o que possa colidir com o cânone da austeridade. A soberania dos povos virou semântica pura, a manutenção de serviços públicos universais também e as propostas de governação alternativa mais ainda.

23 de Fevereiro, 2015 - 00:10h

O resgate da democracia passa hoje por uma rutura com a prisão em que a União Económica e Monetária se tornou.

15 de Fevereiro, 2015 - 09:52h

Os agentes policiais que agrediram estupidamente Flávio Almada e os seus companheiros do Bairro da Cova da Moura mostraram ao país o que o país é.

1 de Fevereiro, 2015 - 12:49h

A tese de ser necessário puxar os social-democratas para a esquerda virou ao contrário: são os social-democratas que se oferecem para puxar a esquerda anti-austeridade para a direita.

24 de Janeiro, 2015 - 23:36h

Na Grécia os avanços económicos das folhas de Excel a que Ulrich acede são aqueles que têm rostos como metade da população abaixo da linha de pobreza, cortes de 22% no salário médio ou aumento dramático da taxa de suicídio.

18 de Janeiro, 2015 - 15:18h

“O novo mundo, mesmo ali ao lado” – cantam os Xutos. Pois. Olhemos para mesmo aqui ao lado e vejamos o que está a ser esse novo mundo.

10 de Janeiro, 2015 - 23:33h

O que Merkel, Barroso ou Moscovici dizem com as suas ameaças contra os gregos é que a austeridade é a ferramenta da colonialidade.

4 de Janeiro, 2015 - 15:04h

Ao olhar para o ano que agora começa, as palavras petróleo e Grécia assumem uma importância tão grande – é que em ambas vai suposto esse poder arrasador dos anónimos mercados e a suposta irresponsabilidade dos poderes políticos pelo que se vier a passar.

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