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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

21 de Fevereiro, 2016 - 14:32h

Cada homem e cada mulher têm o direito de decidir, em liberdade e em consciência, que a sua vida se completou, quando o que têm pela frente, irreversivelmente, é apenas a sobrevivência do corpo num caminho de degradação crescente.

24 de Janeiro, 2016 - 10:29h

O fim do consulado de Cavaco Silva é uma boa notícia para Portugal.

10 de Janeiro, 2016 - 21:05h

A oposição de Paulo Portas à utopia é um truque e o repúdio de Cavaco pela ideologia é um embuste.

13 de Dezembro, 2015 - 21:06h

Portugal precisa de um Estatuto do Idoso construído sobre o primado da dignidade dos velhos e sobre as responsabilidades da sociedade para com essas pessoas.

28 de Novembro, 2015 - 21:20h

A direita não tardará a afastar-se de um Cavaco condenado à irrelevância. E o seu candidato presidencial, Marcelo Rebelo de Sousa, será o seu novo seguro de vida.

18 de Novembro, 2015 - 16:34h

O Presidente da República foi mais rápido que a própria sombra quando se tratou de proteger o seu governo prestes a evaporar-se pela demissão irrevogável de Paulo Portas, espera-se que responsavelmente deixe de fazer pouco do país e garanta o regular funcionamento das instituições democráticas.

11 de Setembro, 2015 - 15:53h

Deixem-me fazer-vos uma pergunta: face ao estado a que os sucessivos governos do centro e da direita conduziram o país que está aqui no nosso distrito, faz algum sentido manter a representação de Coimbra no parlamento como um exclusivo de PS, PSD e CDS?

7 de Agosto, 2015 - 00:01h

Misturando, em doses bem medidas, ilusão política sem chão e resignação sem alma ao que está, Centeno antecipa com essa mistura o que se pode e não pode esperar de um Governo do PS.

11 de Julho, 2015 - 12:48h

Recuperar o que é nosso e nos tiraram como os CTT ou a TAP, a ferrovia para a Lousã ou o metro para Coimbra.

13 de Abril, 2015 - 00:00h

A humilhação da Grécia, a punição da escolha democrática do seu povo são a evidência de que a preservação da democracia impõe agora um confronto claro com a ordem europeia vigente.

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