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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

28 de Novembro, 2015 - 21:20h

A direita não tardará a afastar-se de um Cavaco condenado à irrelevância. E o seu candidato presidencial, Marcelo Rebelo de Sousa, será o seu novo seguro de vida.

18 de Novembro, 2015 - 16:34h

O Presidente da República foi mais rápido que a própria sombra quando se tratou de proteger o seu governo prestes a evaporar-se pela demissão irrevogável de Paulo Portas, espera-se que responsavelmente deixe de fazer pouco do país e garanta o regular funcionamento das instituições democráticas.

11 de Setembro, 2015 - 15:53h

Deixem-me fazer-vos uma pergunta: face ao estado a que os sucessivos governos do centro e da direita conduziram o país que está aqui no nosso distrito, faz algum sentido manter a representação de Coimbra no parlamento como um exclusivo de PS, PSD e CDS?

7 de Agosto, 2015 - 00:01h

Misturando, em doses bem medidas, ilusão política sem chão e resignação sem alma ao que está, Centeno antecipa com essa mistura o que se pode e não pode esperar de um Governo do PS.

11 de Julho, 2015 - 12:48h

Recuperar o que é nosso e nos tiraram como os CTT ou a TAP, a ferrovia para a Lousã ou o metro para Coimbra.

13 de Abril, 2015 - 00:00h

A humilhação da Grécia, a punição da escolha democrática do seu povo são a evidência de que a preservação da democracia impõe agora um confronto claro com a ordem europeia vigente.

22 de Março, 2015 - 11:46h

Há um travo de Estado Novo no discurso do Governo e isso é indisfarçável. Não, não é o regresso ao fascismo. Não precisa de o ser. Porque é um claro desdém da democracia com a cobertura da própria democracia.

15 de Março, 2015 - 16:26h

A falcatrua é o lado sexy do caso BES, como tinha sido antes do caso BPN ou do caso BPP. O BES era o banco do regime, diz-se. Pois bem, de que regime foi o BES o banco?

1 de Março, 2015 - 12:26h

A União Europeia confina ao campo da semântica tudo o que possa colidir com o cânone da austeridade. A soberania dos povos virou semântica pura, a manutenção de serviços públicos universais também e as propostas de governação alternativa mais ainda.

23 de Fevereiro, 2015 - 00:10h

O resgate da democracia passa hoje por uma rutura com a prisão em que a União Económica e Monetária se tornou.

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