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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

10 de Abril, 2011 - 10:20h

A máscara dos banqueiros, desde logo. Com o à vontade de quem se sabia credor da vénia e da cumplicidade do poder político, deram um golpe de estado palaciano que, ao cortar o crédito ao Estado, impõe a todos um tratamento de choque de um FMI a todo o vapor.

6 de Abril, 2011 - 15:41h

O anúncio ontem feito pelos quatro principais bancos portugueses, após reunião a meias com o governador do Banco de Portugal, é isso mesmo: um golpe de estado palaciano que pretende ditar, fora da democracia e contra ela, o destino do país no próximo futuro.

3 de Abril, 2011 - 00:47h

Ao contrário da direita e do PS, o Bloco de Esquerda não se curva diante dos promotores da precarização do trabalho e dos seus direitos.

27 de Março, 2011 - 12:00h

O Bloco vai para mais esta importante batalha política certo de que enquanto PS e PSD se revezarem no poder ou se se unirem em “grande coligação” a saga sem fim do austeritarismo será lei.

13 de Março, 2011 - 01:16h

Em nome das gerações sacrificadas. Assim apresentou o Bloco a moção de censura que marcou esta semana parlamentar. Censuramos uma política injusta e irracional que empobrece o país e o arrasta para uma espiral de recessão.

10 de Março, 2011 - 17:48h

Não há inevitabilidades em política. Não aceitamos estar condenados à inevitabilidade do consenso recessivo que anima PS e PSD.

27 de Fevereiro, 2011 - 01:02h

Bloco pôs em evidência que o Governo esconde mal uma complacência de facto com a prevalência da precarização das relações laborais. Solidariedade com o povo líbio também foi destaque.

23 de Fevereiro, 2011 - 15:30h

O governo português coloca-se sempre ao lado das chancelarias, que suportaram, financiaram, negociaram, confortaram e elogiaram estas ditaduras que o povo árabe está a derrubar agora.

14 de Janeiro, 2011 - 00:00h

Ao agitar o espectro de uma crise, Cavaco Silva ignora sobranceiramente que já vivemos uma crise e muito grave.

28 de Dezembro, 2010 - 18:01h

A mensagem de Natal de José Sócrates não escolheu menos do que o mesmo raciocínio de Margaret Thatcher para legitimar, em vão, a política do Governo.

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