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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

3 de Novembro, 2010 - 04:11h

PS e PSD só têm uma certeza para oferecer: “o pior ainda está para vir”.

16 de Setembro, 2010 - 00:27h

Suprema ironia: os porta-vozes portugueses do diktat do visto prévio sobre os orçamentos nacionais levaram a sério a sugestão de suspender a democracia para governar o país.

6 de Agosto, 2010 - 11:44h

Em Portugal como em França, a Direita fabrica e dissemina representações dos pobres em que se amalgamam caoticamente indolência, criminalidade, impermeabilidade cultural e ameaça à ordem.

22 de Julho, 2010 - 18:10h

E nesse novo contexto, as escolhas políticas tornaram-se mais transparentes, sem ilusionismos de disfarce.

9 de Julho, 2010 - 00:16h

Não tivesse o Partido Socialista privatizado a PT e o país não estaria agora refém dos humores ideológicos de Bruxelas.

27 de Abril, 2010 - 15:22h

Agora que a poeira do Orçamento de Estado para 2010 e do Programa de Estabilidade e Crescimento começa a assentar, percebe-se que a área da cooperação para o desenvolvimento sofreu um corte no seu orçamento e foi envolvida numa ardilosa obscuridade.

29 de Dezembro, 2007 - 00:00h

Este foi o ano de um doloroso countdown na política norte-americana. Em perda crescente, o conservadorismo bushista exibe um estilo de fim-de-festa. A erosão política do grupo que rodeia George Bush foi de uma intensidade letal durante o ano que passou. O abandono do seu conselheiro político principal, Karl Rove, foi porventura o símbolo maior dessa desagregação do bushismo.

17 de Fevereiro, 2007 - 00:00h

O que se jogou no referendo de 11 de Fevereiro foi também a defesa da autonomia de um Estado laico moderno. Entendamo-nos: não foi em nome de um laicismo primário e passadista, que anseia inconfessadamente confinar a Igreja à sacristia, que o Sim combateu. Tivesse sido assim, e seria um contra-senso total o testemunho público de tantos/as católicos/as do lado da vontade de mudar a lei. O que essa presença pública desassombrada de católicos/as - que, enquanto tal, deram razões da sua adesão ao Sim - evidenciou foi uma convergência social alargada na defesa da autonomia da lei (e sobretudo da lei penal) relativamente às construções morais de fundamento confessional. A bandeira do Estado laico não é a do silêncio das crenças religiosas.

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