Biografia

Artigos publicados no esquerda.net:

  • A privatização do banco Totta & Açores em 1989 deu origem a uma grande polémica sobre a passagem da banca nacional para mãos espanholas. Champallimaud, recém-indemnizado pelo Estado, ficou com o banco apelando à proteção dos empresários nacionais, antes de o vender ao Santander. E quem mexeu os cordelinhos deste negócio do lado do Estado aparece depois do lado do banqueiro.

  • A manifestação de hoje já mudou o futuro imediato da luta social.

  • O assassinato de Ribeiro dos Santos marcará o movimento estudantil até ao 25 de Abril. No final de 1972, os estudantes estão em todas as batalhas da «quarta frente» da guerra que condena a ditadura. Como em todas as outras, será derrotada. Artigo de Jorge Costa.

  • A manifestação não foi um “grito de alma”. Precisamos agora de uma greve geral.

  • Das coisas que a troika e a esquerda podem aprender na Grécia.

  • O dirigente bloquista Jorge Costa está em Atenas, onde tem participado na campanha da Syriza. Nestas "Notas de Atenas" relata ao esquerda.net as suas impressões acerca do momento político grego, em vésperas das eleições que podem trazer mudança à Europa asfixiada pela austeridade e o roubo.

  • Faz este sábado 50 anos da jornada que marcou o início da Crise Académica de 1962 quando, em Lisboa, na sequência da proibição do Dia do Estudante, a polícia espancou e prendeu estudantes, ocupou instalações universitárias e cantinas. Por Jorge Costa.

  • Em França, o candidato do PS vai à frente nas sondagens. Há quem veja um sinal de esperança para a Europa. Pelo contrário, François Hollande desfaz ilusões.

  • Que têm em comum António Barreto, Dias Loureiro, António Borges e Artur Santos Silva? Todos estão na folha de pagamentos da Jerónimo Martins, um grupo exemplar, não só na esperteza fiscal. 

  • Que têm em comum António Barreto, Dias Loureiro, António Borges e Artur Santos Silva? Todos estão na folha de pagamentos da Jerónimo Martins, um grupo exemplar, não só na esperteza fiscal. Por Jorge Costa

  • A manifestação de 15 de Outubro surpreendeu a política planificada. E agora?

  • Os tempos que vêm são um teste à fibra de um partido anti-capitalista cuja força é a capacidade de se abrir às esquerdas e aos movimentos que se exprimem na sociedade.

  • A tutela externa interrompe a alternância e exige o governo do tripartido PS-PSD-CDS. Podemos recusá-lo.

  • José Manuel Fernandes, Pedro Lomba, Pacheco Pereira: a direita procura argumentos para desmobilizar os precários.

  • Jogo político, manobra, tacticismo, irresponsabilidade. Os adversários do Bloco fazem da moção de censura um episódio de trica parlamentar. Estão errados.