Biografia

Artigos publicados no esquerda.net:

  • Visto por muitos movimentos como um instrumento do passado, a simples existência do Fórum Social Mundial assinala uma das principais debilidades dos novos movimentos de protesto nascidos no marco da crise sistémica: a sua frágil coordenação internacional.

  • A abertura de um grande centro comercial, um supermercado… vem sempre associada à promessa de criação de emprego, dinamização da economia local, preços acessíveis e, definitivamente, ao progresso. Mas será esta a realidade? A distribuição comercial massiva sustenta-se numa série de mitos que, geralmente, a sua prática desmente.  Artigo de Esther Vivas.

  • São as festas de Natal, o momento de nos juntarmos, comer, celebrar e, sobretudo, comprar. O Natal é, também, a “festa” do consumo, já que em nenhum outro momento do ano, para beneplácito dos mercadores do capital, compramos tanto como agora. Comprar para presentear, para vestir, para esquecer ou, simplesmente, comprar por comprar.

  • Nos anos que decorreram desde a Cimeira da Terra da ONU de 1992, não só não se conseguiu travar as alterações climáticas, a perda da biodiversidade, o desmatamento de florestas... como, pelo contrário, estes processos agudizaram-se e intensificaram-se. Por Esther Vivas

  • Nas últimas décadas, a produção e o consumo de carne aumentaram à escala mundial. Os padrões de consumo, bem como os métodos produtivos pecuários mudaram radicalmente. Porém, quais os impactos sociais, no meio ambiente, no trabalho… da indústria pecuária? Quem ganha e quem perde nesse negócio? No presente artigo, abordamos ditas questões.

  • Como mudar o mundo? Esta é a pergunta que se fazem milhares de pessoas empenhadas em mudar as coisas, a pergunta que se repete frequentemente nos encontros sociais alternativos... uma pergunta que como bem dizia o filósofo francês Daniel Bensaïd não tem resposta porque “Não nos enganemos, ninguém sabe como mudar o mundo”.

  • A crise alimentar na África e, em particular, a fome na Somália são resultado de uma globalização ao serviço de interesses privados. Comida há, o problema não é de produção mas de acesso.