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Eric Toussaint

Politólogo. Presidente do Comité para a Anulação da Dívida do Terceiro Mundo

Artigos do Autor(a)

17 de Novembro, 2017 - 11:30h

Nas negociações de Génova, em 1922, Lloyd George, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, e Tschitscherin, chefe da delegação soviética, trocaram argumentos que vale a pena serem conhecidos. As negociações foram inconclusivas. Por Eric Toussaint

14 de Novembro, 2017 - 17:14h

Apesar do seu desacordo com as exigências exorbitantes das potências ocidentais, a delegação russa afirmou-se disposta a fazer concessões respeitantes à dívida contraída pelo czar antes da entrada em guerra. Por Éric Toussaint

10 de Novembro, 2017 - 16:41h

Em 15 de abril de 1922, numa conferência económica internacional, os governos ocidentais apresentaram um programa de exigências visando resolver a seu contento o contencioso à volta do repúdio das dívidas e das expropriações decretadas pelo governo soviético. Por Éric Toussaint

8 de Novembro, 2017 - 22:32h

Em abril-maio de 1922, durante cinco semanas, teve lugar uma importante conferência de alto nível. O primeiro-ministro britânico, Lloyd George, desempenhou aí um papel central; o mesmo se pode dizer de Louis Barthou, ministro do presidente francês, Raymond Poincaré. Por Éric Toussaint

17 de Agosto, 2017 - 09:47h

Embora em Fevereiro de 1918 os títulos russos tenham sido repudiados pelo governo soviético, continuaram a ser transacionados até à década de 1990. Por Eric Toussaint. Parte 6 da série: Centenário da Revolução russa e do repúdio das dívidas.

6 de Agosto, 2017 - 13:14h

O quarto artigo da série “Centenário da Revolução russa e do repúdio das dívidas” relata a decisão tomada pelo governo soviético, de 1918, de suspender o pagamento da dívida externa e repudiar as dívidas czaristas, assim como as contraídas pelo governo provisório, destinadas a financiar a guerra. Este ato suscitou o protesto unânime das grandes potências aliadas. Por Eric Toussaint.

28 de Junho, 2017 - 22:26h

"Em Fevereiro de 1918 o repúdio das dívidas pelo governo soviético abalou a finança internacional e suscitou a condenação unânime por parte dos governos das grandes potências." Artigo de Eric Toussaint.

21 de Agosto, 2016 - 16:30h

A utilização da dívida como instrumento de dominação e de alienação da soberania de um Estado fica bem ilustrada na tratamento reservado à Tunísia pela França na segunda metade do século XIX. Por Eric Toussaint.

2 de Agosto, 2016 - 15:07h

Recorde-se que, para protestar contra a reunião do G8 em Génova, de 20 a 22 Julho de 2001, encontraram-se mais de 300 000 manifestantes provenientes de toda a Europa. Berlusconi, chefe do governo, transformou a cidade num campo armado. Artigo de Eric Toussaint.

28 de Julho, 2016 - 00:41h

No caso do Egito e da Tunísia, a dívida constituiu a arma mais poderosa das potências europeias para assegurar o seu domínio e conduzir à submissão total de Estados até então independentes. Artigo de Eric Toussaint.

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