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Quatro e Vinte - 4 fevereiro 2017

Esta emissão do podcast Quatro e Vinte é preenchida com notícias sobre a atualidade canábica em Portugal, País Basco, França, Holanda, Inglaterra, Geórgia, Estados Unidos e Uruguai. Pode acompanhar a página do Facebook (link is external) ou Twitter (link is external). Para não perder nenhum programa, subscreva o podcast via iTunes (link is external) ou RSS(link is external).

Nesta edição do Quatro e Vinte estão em destaque as marchas globais da marijuana em Portugal (Lisboa, Porto e Braga), a rota do negócio da canábis medicinal que está a passar por Portugal, a aprovação por unanimidade no parlamento alemão da prescrição médica da canábis comparticipada pelo Estado, a proposta de legalização do candidato socialista à presidência da França, a evolução do processo judicial do clube social Pannagh, do País Basco, e as peripécias da tentativa de legalização de um clube social em Inglaterra. Olhamos também para a situação na Geórgia, onde a luta pela descriminalização chegou ao Tribunal Constitucional e motivou no fim do ano uma inédita ação de protesto por parte de um partido em Tblissi, e para o encerramento do primeiro coffee-shop do mundo, o Yellow Mellow de Amesterdão.

Nos Estados Unidos, o responsável pela pasta das Finanças no Illinois pediu garantias a Trump que os bancos não serão perseguidos por terem relações com o negócio legal da canábis medicinal. E em Chicago, o lugar de “inimigo público nº 1” ficou vago com a extradição de El Chapo do México para os EUA. A indústria do álcool está preocupada com a concorrência da canábis e um relatório aponta como fator de risco para o setor os melhores salários pagos na Califórnia aos trabalhadores que preferem apanhar canábis do que uvas.

No negócio da canábis norteamericana, destacamos o estudo que aponta um número de mulheres à frente das empresas ligadas à canábis bem superior ao da média do tecido económico. As leis da legalização estão a chegar ao Maine, após um referendo muito disputado, enquanto no Maryland há deputados democratas que querem legalizar sem passar por referendo.

Por fim, fomos tentar perceber as razões do atraso da chegada da canábis às farmácias do Uruguai. 33 clubes sociais já foram legalizados e 6 mil pessoas já receberam autorização para plantar canábis em casa. Mas a venda da canábis nas farmácias continua a marcar passo.

 

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