Política

Em visita a uma instituição de cuidado de adultos com deficiência, em Almeida, Catarina Martins diz o Bloco está “estupefacto” com “a falta de projeto do governo para o que vai acontecer agora” no setor dos cuidados.

Estudantes passam a ter um “período temporal sem que nenhum ato académico seja recusado” e os estudantes internacionais veem os problemas com documentação resolvidos. Mecanismo de regularização foi criado por iniciativa do Bloco.

Entidade das Contas e Financiamentos Políticos concluiu que o Bloco de Esquerda não teve irregularidades nas contas de 2017. É o único partido a apresentar contas certas em anos consecutivos.

A empresa de aviação recusa-se a pagar salários em atraso e está a impôr vencimentos abaixo do salário mínimo nacional, bem como cortes salariais. Após uma reunião com os trabalhadores da Ryanair, Catarina Martins defendeu  que empresas que trabalham em Portugal “têm de respeitar a legislação do país. E um país que se leva a sério defende quem aqui trabalha”.

Questionada pela comunicação social sobre as ameaças dirigidas a ativistas anti-racistas e várias deputadas eleitas, Catarina Martins declarou que responsáveis políticos não podem ser "complacentes ou normalizar o crime". 

Na mensagem enviada à Lusa, Ferro Rodrigues alerta que a “direita populista e extremista está a tentar, em muitas democracias consolidadas, ressuscitar do passado de triste memória uma agenda anti-democrática”.

Marcelo Rebelo de Sousa vetou o documento e enviou mensagem à AR, onde considera que “o passo dado representa um sinal negativo para a Democracia portuguesa”. A medida foi aprovada pelos votos do PS e PSD. O Bloco de Esquerda votou contra, assim como os restantes partidos.

Entre as medidas consta a baixa a 100% para doentes covid, proposta pelo Bloco de Esquerda, e a facilitação do acesso ao subsídio de desemprego a trabalhadores despedidos no auge da pandemia. Governo justifica-se com atrasos na adaptação dos sistemas informáticos e regulamentações.

O Presidente da República não comentou o diploma do fim dos debates quinzenais. Para Pedro Filipe Soares, “havia uma oportunidade relevante para impedir a degradação da qualidade da nossa democracia que não foi aproveitada”.

Alterações que Presidente da República propõe “não põem em causa a essência da legislação. Quem o fez “foi o próprio PS ao ter alterado a proposta do Parlamento dos Açores”, defende António Lima, coordenador do Bloco nos Açores.

Catarina Martins reagiu à notícia de que o Novo Banco vendeu uma seguradora a preço de saldo a um milionário corrupto, lembrando que as alternativas à venda do banco à Lone Star sempre foram chumbadas por PS, PSD e CDS e apresentando medidas imediatas para “conter custos e garantir transparência”.

A fábrica da Cofaco, em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, continua a efetuar descargas de resíduos não tratados para o mar. O Bloco já entregou uma queixa na Inspeção Regional do Ambiente e vai também levar o assunto à Comissão Europeia através do eurodeputado José Gusmão.

O aumento do salário mínimo é uma das explicações mais relevantes para o crescimento e criação de emprego”, lembra o deputado Jorge Costa, exortando o Governo a honrar os seus compromissos. Patrões querem suspender o aumento programado do SMN, que prevê que o seu valor se fixe em 670 euros em 2021 para atingir os 750 em 2023.

Os deputados bloquistas solicitam a Eduardo Vítor Rodrigues que o executivo municipal encontre uma solução para os trabalhadores das piscinas municipais. Cerca de 80 trabalhadores, a falsos recibos verdes, estão sem trabalhar e sem receber salários desde março.

Em entrevista à Visão, Catarina Martins considerou que “é preciso pôr ordem na legislação laboral” porque senão os apoios à economia “vão premiar uma elite enquanto a generalidade das pessoas que trabalham vê a sua vida cada vez mais difícil”.