Política

O Nobel da Paz congolês que enfrenta ameaças de morte no seu país foi ouvido pelo Parlamento Europeu. Marisa Matias sublinhou a esperança na vitória dos direitos humanos sobre os interesses das multinacionais.

Durante uma visita a uma escola em Lisboa, Catarina Martins sublinhou a preocupação pela inexistência de um levantamento da necessidade de professores e assistentes operacionais para o novo ano letivo, tendo em conta que muitos pertencem a grupos de risco e terão de ser substituídos.

Em reação à entrevista de António Costa ao Expresso, durante a qual o primeiro-ministro deixou um ultimato, ao afirmar que, sem Orçamento, existiria uma crise política, Catarina Martins frisou que “o Bloco concentra-se nas soluções para o país”.

Uma orientação da DGS impõe que as crianças e jovens em risco, depois de terem sido retiradas do contexto onde são vítimas, sejam colocadas em isolamento durante 14 dias, mesmo com teste negativo da covid-19. Para o Bloco, a situação é “atentatória dos direitos humanos”.

 

Em causa estão denúncias de formulários que não permitem descrever corretamente a real situação familiar da parentalidade de famílias monoparentais ou de casais de pessoas do mesmo sexo. Fabíola Cardoso lembra que “a inclusão é obrigatória, não pode ser opcional”.

Ante a tentativa da Ryanair de bloquear o apoio do Estado à TAP nos tribunais europeus, Catarina Martins recomenda à operadora passar a cumprir a legislação laboral nacional, em vez de tentar colocar trabalhadores a ganhar menos que o salário mínimo.

A coordenadora do Bloco de Esquerda voltou esta manhã a defender o investimento na ferrovia e na mobilidade nas regiões do interior, mais importante ainda numa altura em que se preveem grandes investimentos no país.

Líder do PS afirmou que os açorianos têm mais rendimentos “do que a estatística aparenta” por causa da “economia informal”. Para António Lima, César quer fazer esquecer que os Açores têm a maior desigualdade da distribuição da riqueza do país.

Os deputados Moisés Ferreira e Nelson Peralta lamentam o “esvaziamento de serviços” que está a provocar “óbvios custos, transtornos e consequências para as populações”.

Em causa está o acesso ao subsídio de desemprego e o pagamento dos salários em atraso. Bloquistas questionam ainda o Governo sobre a sua disponibilidade para encontrar uma solução que permita viabilizar a empresa e manter os postos de trabalho.

No início de julho, o Bloco questionou o Ministério da Cultura sobre o atraso nos apoios à imprensa regional e local. Mês e meio depois, a situação mantém-se. O atraso pode ter graves consequências, mas o Governo veio agora recusar-se a adaptar o processo.

Catarina Martins diz que é preciso garantir uma rede pública de lares para uma resposta universal e de qualidade, fazendo ao mesmo tempo uma verdadeira fiscalização dos privados que prestam esse serviço.

De acordo com José Soeiro, o Bloco irá apresentar um conjunto de propostas que visam a implementação de medidas imediatas para mitigar e conter a pandemia nos lares e a criação de um Plano Nacional de Desinstitucionalização das Pessoas Idosas.

Este sábado, Catarina Martins garantiu que o Bloco não transige, exigindo justiça para quem trabalha e trabalhou toda uma vida e serviços públicos, como a Saúde, que respondam às pessoas. A coordenadora bloquista frisou que o PS tem de cumprir os compromissos assumidos no último Orçamento.

A deputada Beatriz Gomes Dias comentou o veto presidencial às alterações à lei da nacionalidade lembrando que a proposta do Bloco “não fazia depender a aquisição da nacionalidade por via do casamento de qualquer duração do mesmo, nem da existência ou não de filhos”.