Candidatura do Bloco de Esquerda surgiu de um processo assembleário e quer desafiar a “esquerda acomodada”. Objetivo é que o Porto deixe de ser “a cidade dos que são forçados a partir” e se repovoe, crie emprego, requalifique o espaço público e densifique a cidade.

Sondagem revela que mais de 80% dos inquiridos defende a renegociação ou a denúncia do acordo com a troika e apenas 10,8% entendem que este deve ser cumprido. Mais de metade (55,1%) considera que o Portugal pós-troika será um país “em piores condições, com a economia em colapso e mais desemprego”.

Governo prepara a redução de salários de 4% em média e cortes nas pensões da CGA de até dez por cento, segundo as contas do Expresso. Redução da pensões dos funcionários é retroativa e conta com o apoio de Portas.

Ver Video

O Bloco de Esquerda assinalou os dois anos do memorando da troika em frente à sede do FMI, entregando um bilhete de avião só de ida para a troika, mas também para o Governo de Passos, Portas e Gaspar.

Uma aliança entre PSD, CDS, PCP e Verdes chumbou a proposta do Bloco para dar condições de igualdade às candidaturas às eleições autárquicas, alargando às listas de cidadãos a isenção de IVA nas despesas de campanha e permitindo-lhes apresentar o seu símbolo no boletim de voto. O PS absteve-se e o Bloco foi o único a favor.

Ver Video

No Dia Internacional contra a Homofobia, o Parlamento português discutiu três propostas sobre a adoção de crianças por casais homossexuais. O projeto de lei que consagra a co-adoção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo conseguiu reunir os votos necessários para a aprovação. Mas ainda não foi desta que a adoção plena ficou inscrita na lei portuguesa.

Maria do Rosário Gama reagiu às declarações de Paulo Portas com alguma incredulidade. “Num dia dizem uma coisa, noutro dizem outra. É uma forma de garantir o eleitorado, afinal somos três milhões", diz a presidente da APRe!, que defende a queda do Governo.

O Bloco de Esquerda assinala o segundo aniversário da assinatura do memorando com uma "despedida à troika", esta sexta às 15h em frente à sede do FMI em Lisboa.

A deputada Helena Pinto acusa a nova Lei das Rendas, de autoria da ministra do CDS, de ter atacado os mais velhos e de ter lançado o pânico social. “A Lei que provocou um aumento brutal do valor das rendas e vai condenar ao despejo centenas e centenas de famílias”, apontou a deputada. “A Lei das Rendas é um autêntico rolo-compressor que está a devastar o centro das cidades. Descaracteriza, enxota para fora: as pessoas, mas também parte das nossas raízes, da história, do património coletivo”, acusou.

Ver Video

No final de uma reunião com a Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRe!), a coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, acusou o governo de fazer “tiro ao alvo aos reformados”. Dirigente da APRe!-Lisboa garantiu que a associação marcará presença nos protestos contra a política de austeridade já agendados.

Face ao "declínio do jardinismo" e à "duplicidade do CDS-PP" na atual governação, bem como ao carácter abrangente da coligação “Mudança”, João Semedo está convencido que Paulo Cafofo será o próximo presidente da Câmara Municipal do Funchal, quebrando a hegemonia laranja na região.

Nesta quinta-feira, a AR vai debater dois projetos apresentados pelo Bloco que facilitam a apresentação de candidaturas de cidadãos às eleições autárquicas e eliminam desigualdades entre as candidaturas partidárias e as de cidadãos. A deputada Helena Pinto, na apresentação dos projetos, afirmou que a “desigualdade não se justifica, é uma questão de democracia e a legislação deve permitir um tratamento igual".

O coordenador do Bloco de Esquerda declarou que Passos Coelho está a “atirar poeira para os olhos”, a “iludir e enganar as pessoas”, quando admite reduzir carga fiscal. João Semedo considerou também que o relatório da OCDE sobre Portugal é uma “cartilha ideológica” que “ajuda o governo neste momento”.

Nova taxa sobre os reformados, milhares de despedimentos na função pública são algumas das preocupações dominantes das pessoas com a sétima avaliação da troika. Ao contrário, o Presidente da República diz que é “inspiração da nossa Senhora de Fátima”.