É um novo máximo histórico que atinge a quarta economia da zona euro: 27,16% de taxa de desemprego – 6.202.700 pessoas sem emprego. Entre os jovens de menos de 25 anos, os dados são dramáticos: mais da metade, 57,22%, estão desempregados. Um ano de governo do PP significou a destruição de mais de um milhão de empregos.

As empresas que dominam o sistema de pagamentos eletrónicos uniram-se para impedir os donativos à Wikileaks através de cartão de crédito. Esta quarta-feira, o Supremo Tribunal islandês condenou a subsidiária da Visa a parar o bloqueio ou a pagar uma multa milionária.

Documento destina-se a “ampliar o conhecimento recíproco, aumentar pontos em comum, reforçar a confiança mútua, garantir a relação de amizade” entre o Partido Comunista e a principal formação política da direita espanhola.

A Assembleia Nacional de França aprovou a lei nesta terça-feira, por 331 votos a favor, 225 contra e dez abstenções. A França torna-se o 14º país do mundo e o nono da Europa a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O presidente do governo da comunidade autónoma das Canárias, Paulino Rivero, anunciou nesta terça-feira que irá apresentar um projeto de lei que expropriará as casas vazias de bancos por um período de três anos. Esta medida visa combater os despejos no arquipélago. As Canárias é a quinta comunidade do Estado espanhol com maior número de despejos.

Sindicatos bascos e mais de meia centena de coletivos sociais convocaram, no passado sábado, uma greve geral para o próximo dia 30 de maio. “Por um modelo próprio para Euskal Herria” é o lema do dia de luta, que pretende, segundo os promoteres, ser a alavanca para a construção de um outro modelo social e económico, que rompa com as políticas anti sociais.

A justiça brasileira condenou hoje a penas individuais de 156 anos de prisão 23 elementos da polícia militar que em 1992 participaram no que ficou conhecido como massacre do Carandiru, no qual morreram 111 presos.

Ministro das Finanças alemão defende que as condições impostas ao Chipre como contrapartida da intervenção financeira externa, entre as quais a taxação dos depósitos e consequente confisco das poupanças, devem servir de modelo para o futuro.

O economista Yanis Varoufakis adianta que o memorando de entendimento firmado entre a troika e o governo grego vai figurar na história da Economia como um dos "maiores disparates de sempre" e defende que a alternativa para Espanha, Grécia e Portugal “consiste na colaboração entre os nossos países no interior da UE para alterar este percurso de austeridade”.

O debate público sobre a prisão que os Estados Unidos mantêm na baía de Guantánamo, em Cuba, avivou-se esta semana, após a publicação de um denso artigo redigido por um prisioneiro, um dos muitos que há meses estão em greve de fome protestando pela sua “detenção indefinida”. Artigo de Joe Hitchon, IPS/Envolverde.

Os cortes provocados pela política de austeridade imposta pela troika estão a levar a uma grave deterioração da saúde pública na Grécia, segundo um novo estudo publicado pelo American Journal of Public Health. Explosão de suicídios e homicídios, aumento do número de casos de doenças mentais, de abuso de droga e de doenças infecciosas, nomeadamente VIH/Sida, são alguns dados referidos pelo estudo.

O governo holandês, que tem sido um dos mais extremados defensores da política de austeridade, decidiu esta semana suspender um novo plano de cortes nas despesas sociais, no montante de 4.300 milhões de euros. Esta suspensão deve-se ao facto da Holanda ter entrado em recessão pelo segundo ano consecutivo.

Christine Lagarde foi convocada para comparecer perante o Tribunal de Justiça da República francesa, por alegado envolvimento no chamado "escândalo Tapie", enfrentando as acusações de "cumplicidade em falsificação e desvio de fundos públicos" através de atos administrativos cometidos quando era ministra das Finanças da administração Sarkozy.

A vaga de violência dos protestos incitados por Henrique Capriles, o candidato da direita venezuelana novamente derrotado nas urnas, provocou 8 mortos e 70 feridos. A Casa Branca apoia as pretensões de Capriles e não reconhece o governo de Maduro. Paulo Portas foi dos primeiros a felicitar o presidente eleito da Venezuela.