Holanda pode provocar o colapso do euro Bolha imobiliária estourou, país está em recessão, desemprego sobe e dívida dos consumidores é 250% do rendimento disponível.
Escritores, estudantes, investigadores e sindicalistas lançaram uma petição pelo uso público, aberto e alargado das Bibliotecas do Porto, no âmbito da candidatura "E se virássemos o Porto ao contrário?".
"É preciso libertar a escola pública do sequestro imposto pelo governo e pela troika", afirmam as 25 figuras da cultura portuguesa que lançaram o manifesto "Obrigado professores", em apoio à greve contra os cortes e despedimentos na Educação.
O Che Guevara tinha um conhecimento e uma simpatia pelo pensamento trotskista, afirma nesta entrevista o escritor cubano Leonardo Padura nesta entrevista à revista Ñ, do jornal Clarín, a propósito do livro O Homem que gostava de cães, fenómeno de vendas no país. Entrevista por Horacio Bilbao.
O anúncio da venda de 51% do grupo que integra os jornais Diário de Notícias, Jornal de Notícias, O Jogo e a rádio TSF traz à ribalta o nome de António Mosquito Mbakassi, o empresário angolano detentor do fundo de capital de risco que agora controla a Controlinveste. O esquerda.net revela alguns dos negócios do homem que fez fortuna à sombra do regime de Luanda.
O escritor moçambicano venceu a 25ª edição do Prémio Camões e voltou a defender a urgência de uma insubordinação que questione o atual sistema mundial e abra o caminho para alternativas.
Exposição inaugurada nesta quinta-feira é um retrato, nas ruas, do Portugal da crise, da recessão, da depressão espelhada no rosto das pessoas. É o país dos excluídos, da desesperança, da falta de confiança no futuro. É a crise que (quase) todos sofrem na pele.
Terceiro número da nova série da revista semestral editada pelo Bloco de Esquerda publica um dossiê dedicado ao trabalho, com artigos de Ricardo Antunes, Francisco Louçã, Antoine Artous, Adriano Campos, Hugo Dias e João Madeira.
Termina sábado o Festival e o Forum, com um grande debate com Aleida Guevara sobre a “experiência da América Latina”, onde começaram as maiores contestações das últimas décadas contra os programas de ajustamento estrutural. Mas ontem foi dia de política: Eric Toussaint apresentou o seu livro recente sobre a dívida, Chantal Mouffe conduziu um debate sobre as diversas interpretações estratégicas acerca dos movimentos de rua, e Slavoj Zizek falou sobre “o amor como categoria política”.
De 4 a 18 de Maio, Zagreb enche-se de estranhos sinais nas ruas principais, anunciando um festival de cinema subversivo ou um festival subversivo de cinema – a língua inglesa é muito traiçoeira. Milhares de pessoas participam na discussão de filmes e, depois, nos fóruns por onde passa a filosofia, política, psicanálise, história, testemunho de movimentos sociais e debates de estratégia. A esquerda junta-se nos Balcãs.
O The Guardian publicou uma série de artigos sobre o ano de 1963, cinquenta anos depois. A seguir, o olhar do escritor paquistanês-britânico Tariq Ali sobre a extraordinária colisão de políticas, cultura e convulsão social que testemunhou enquanto estudante.
O realizador norte-americano Oliver Stone foi distinguido com um Prémio de Excelência, atribuído no Festival de Cinema subversivo, em Zagreb, em que se debatem problemas sociais. Entre os mais de 300 convidados encontram-se nomes como Alexis Tsipras, Garcia Linera, Aleida Guevara, Chantal Mouffe, Slavoj Zizek ou Tariq Ali.
Curadora da exposição “Uma questão de género” alega gravíssimos problemas de produção e a retirada de uma obra. Artistas repudiam coabitação com a sede da candidatura autárquica de Rui Moreira.
A retórica de Passos Coelho pretende virar portugueses contra portugueses, dividir para reinar, fazer crer que a função pública é composta por uma gente preguiçosa e privilegiada.
A homenagem a Miguel Portas juntou centenas de pessoas num concerto ao ar livre na noite de 30 de abril em Lisboa. O esquerda.net publica os vídeos das atuações dos Bandex, Diabo a Sete e Kalu e Zé Pedro, bem como das intervenções de Marisa Matias e João Semedo.
Para o diretor do Schaubühne de Berlim, não há teatro sem investimento público e sem ancoradouro na sociedade. No artigo, ele analisa as condições “materiais e espirituais” de uma renovação do teatro, que sofre não só com a austeridade, mas também com sua própria tendência de se deixar levar pela ideologia dominante. Por Thomas Ostermeier.