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"Vamos fazer o que ainda não foi feito, no país e nas autarquias”

Catarina Martins defendeu nesta sexta-feira que se as contas estão melhor é preciso pagar “a dívida para com o país”. A coordenadora bloquista interveio num comício em Braga, onde para além de Paula Nogueira, cabeça de lista do Bloco à Câmara, intervieram três alcaides da Galiza.
"Vamos fazer o que ainda não foi feito", cantou-se em Braga - Foto esquerda.net
"Vamos fazer o que ainda não foi feito", cantou-se em Braga - Foto esquerda.net

O Bloco de Esquerda realizou nesta sexta-feira, 22 de setembro, um jantar-comício em Braga onde intervieram Catarina Martins, Paula Nogueira, candidata do Bloco à Câmara, e os alcaides Martiño Noriega, de Santiago de Compostela, Jorge Suárez, de Ferrol, e Xulio Ferreiro, de A Coruña, que participaram, em solidariedade com o Bloco de Esquerda, participaram no comício.

Na sua intervenção, Catarina Martins apontou que é preciso pagar “a dívida para com o país” e exigiu a execução de todos os investimentos públicos previstos para 2017.

A coordenadora do Bloco de Esquerda sublinhou, segundo a Lusa, que "entre as boas notícias da execução orçamental salta uma desilusão" que é a do "investimento público que continua em níveis miseráveis" em áreas como a saúde, educação, habitação ou transportes.

"Se as contas estão melhor, paguemos a dívida para com o país. Cumprir em 2017 e ir mais longe em 2018", apontou Catarina Martins.

Catarina lembrou que o Bloco fez "um acordo para parar o empobrecimento numa legislatura", avisou que não se pode "ficar a meio" e que é preciso "cumprir com a expectativa, com a esperança que uma nova maioria traz para o país".

"Vamos fazer o que ainda não foi feito, no país e nas autarquias. No país, como nas autarquias, vamos fazer o que nunca foi feito", concluiu a coordenadora do Bloco de Esquerda, ao som da música de Pedro Abrunhosa.

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