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Trabalhadores do Minipreço em luta em agosto

Durante o mês de agosto, haverá greves e concentrações de trabalhadores e trabalhadoras do Minipreço, que lutam por aumentos de salários, pelo fim da discriminação salarial e contra o assédio moral.
Trabalhadora/es do Minipreço lutam por aumentos salariais, pelo fim da discriminação salarial e contra o assédio moral
Trabalhadora/es do Minipreço lutam por aumentos salariais, pelo fim da discriminação salarial e contra o assédio moral

Segundo o sindicato CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Escritórios e Serviço – da CGTP, os trabalhadores do Dia Minipreço/Clarel vão fazer diversas paralisações, durante este mês de agosto:

- Armazém de Vialonga – Alverca: Greve de três dias, com concentração à porta do armazém no dia 11 de Agosto, pelas 14h30;

- Armazém de Zibreira - Torres Novas: greve de 4 dias, com concentração à porta do armazém no dia 16 de Agosto, pelas 10h00;

- Armazém de Valongo: Greve de dois dias, com concentração à porta do armazém no dia 18, pelas 9h30;

- Lojas e Escritórios: Greve no dia 16 de Agosto.

Dia Minipreço/Clarel continua a violar o direito fundamental “Trabalho Igual, Salário Igual”

No Minipreço “são recorrentes as ameaças de despedimento, os atentados ao direito à conciliação da vida familiar com a vida profissional, as ameaças de alterações de horários, a limitação do direito à greve, os abusos de autoridade e as ameaças de transfe
No Minipreço “são recorrentes as ameaças de despedimento, os atentados ao direito à conciliação da vida familiar com a vida profissional, as ameaças de alterações de horários, a limitação do direito à greve, os abusos de autoridade e as ameaças de transferência de local de trabalho”, acusa o CESP

Em comunicado, o CESP assinala que no dia 15 de julho terminaram sem acordo as negociações do Caderno Reivindicativo entre a empresa e a comissão sindical. No documento é criticada a “vergonhosa aplicação de aumentos salariais baseados num sistema injusto e tendencioso, que mais uma vez deixou de fora muitos trabalhadores”. E, reivindica-se um aumento geral de salários, que acompanhe o aumento do custo de vida, pois desde 2010 que os trabalhadores perdem poder de compra, uma vez que a atualização salarial é sempre inferior à inflação.

Segundo o sindicato, os trabalhadores lutam pelo fim da discriminação salarial existente na empresa, havendo diferenças salariais “marcantes”, por vezes até de cem euros, entre trabalhadores e trabalhadoras com a mesma categoria profissional e a mesma antiguidade.

Outra importante reivindicação é o fim do assédio moral, que se tem agravado. Segundo o CESP, “são recorrentes as ameaças de despedimento, os atentados ao direito à conciliação da vida familiar com a vida profissional, as ameaças de alterações de horários, a limitação do direito à greve, os abusos de autoridade e as ameaças de transferência de local de trabalho”.

Os trabalhadores dos armazéns lutam também pela dignificação das carreiras profissionais, “através de uma maior progressão, especialização e valorização profissional dos trabalhadores de armazém”.

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