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Trabalhadores da Resiestrela param dia 14

Trabalhadores da Resistrela (empresa de tratamento de resíduos sólidos) fazem greve no dia 14 de agosto contra os baixos salários e por aumentos. Os trabalhadores da Resistrela têm os mais baixos salários das 11 empresas do grupo EGF.
Trabalhadores da Resiestrela auferem os mais baixos salários das 11 empresas que compõem o grupo EGF
Trabalhadores da Resiestrela auferem os mais baixos salários das 11 empresas que compõem o grupo EGF

Segundo o STAL (sindicato nacional dos trabalhadores da administração local e regional, empresas públicas, concessionárias e afins), os trabalhadores da Resiestrela - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos SA fazem greve dia 14 de agosto para “exigir aumentos salariais, descongelamento das progressões [nas carreiras], direito à contratação coletiva e o desbloqueio das negociações do caderno reivindicativo”.

O sindicato refere que os trabalhadores da Resiestrela auferem os mais baixos salários das 11 empresas que compõem o grupo EGF, havendo trabalhadores com mais de 15 anos de serviço a receber 557 euros (SMN) por mês, para tratar, transportar, conduzir ou operar máquinas pesadas e veículos especiais. “A esmagadora maioria dos trabalhadores não tem uma carreira profissional definida, vigorando o “pau para toda a obra”, o que, além de ilegal, atenta contra a dignidade profissional de todos estes trabalhadores”, destaca o STAL.

Greve ao trabalho extraordinário a partir de 14 de agosto

A partir do dia 14 de agosto, os trabalhadores da Resiestrela farão greve às horas extraordinárias e manterão esta luta até à assinatura de um acordo de empresa.

Os trabalhadores desta empresa do grupo EGF não têm acordo de empresa, são “severamente prejudicados” no valor do trabalho extra e, segundo sublinha o sindicato, “a empresa nunca demonstrou disponibilidade para negociar o que quer que fosse”.

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