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Saúde: Bloco quer integrar profissionais colocados na época de gripe

No projeto de resolução entregue no parlamento, o Bloco defende que todos os profissionais de saúde que foram colocados ao abrigo do plano de contingência da gripe devem ser contratados de forma permanente.
Foto Paulete Matos.

A falta de profissionais de saúde no SNS – médicos, enfermeiros e assistentes – impedem “uma resposta adequada e atempada a todos os utentes”, refere o documento proposto pelo Bloco de Esquerda à apreciação das restantes bancadas parlamentares. Para cobrir parte dessa falta de pessoal, a bancada bloquista quer manter nos hospitais os profissionais contratados ao abrigo do plano de contingência da gripe, cujos contratos estão agora terminar.

A maioria das contratações feitas ao abrigo do plano de contingência da gripe teve lugar no final do ano passado e concretizou-se através da celebração de contratos temporários, respondendo assim aos planos de contingência da gripe com contratos a termo de 3 ou 6 meses.

“Face à falta de profissionais no SNS, estes profissionais (e outros na mesma situação em outras unidades de saúde) estão a desempenhar funções permanentes, pelo que devem ser integrados nas instituições de saúde onde estão a desempenhar funções e os seus contratos devem ser tornados definitivos”, defende a proposta bloquista, que alerta também para a necessidade de uma intervenção que evite o despedimento de profissionais que já estão integrados nos serviços de saúde, o que faria aumentar ainda mais as dificuldades nesses serviços.

Para além de tornar definitivos os contratos de todos os profissionais de saúde colocados no Serviço Nacional de Saúde ao abrigo do plano de contingência da gripe, o Bloco propõe também a abertura do procedimento concursal com vista à contratação de enfermeiros, mediante a celebração de contrato em funções públicas por tempo indeterminado.

 

 

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Comentários

Tudo bem. Dar mais condições aos médicos. (Gastar mais dinheiro em tempo de consulta aos pacientes.) Mas também precisamos de nos centrar naquilo que eles estão a fazer. E isto é também um problema dos protocolos dimanados da DGS. Imuno-supressores não devem ser usados no tratamento das doenças auto-imunes. (Pelo menos 1% de todos os portugueses tem uma doença auto-imune.) Imuno-moduladores não devem ser usados no tratamento da Esclerose Múltipla. Corticóides não devem ser usados no tratamento das doenças auto-imunes ou das alergias. A vitamina D3 não está a ser receitada em excesso aos portugueses. Pelo contrário. A gripe previne-se com vitamina D3 sem necessidade de intervenção médica. E trata-se com vitamina C se mesmo assim ocorrer. Também não é preciso intervenção médica. Pode-se tratar com alho e limões. Tomassem todas as pessoas uma dose de vitamina D3 calculada segundo a fórmula peso (kg) x 200 UI/dia e os lucros das farmacêuticas cairiam 40%. Alguém já se deu ao trabalho de calcular isto. Os naturopatas dizem que basta uma boa nutrição e sol. Ok. Façam isso. É fácil fazer o teste.

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