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São necessárias "respostas públicas" para animais errantes e abandonados

Em visita a uma associação protetora de animais, em Setúbal, Catarina Martins defendeu a necessidade das autarquias articularem com as associações e assumirem as suas responsabilidades com os animais errantes e abandonados.
Para a líder do Bloco, “temos de ter uma cultura mais ativa sobre o respeito pelos animais”. Foto de António Pedro Santos, Lusa.
Para a líder do Bloco, “temos de ter uma cultura mais ativa sobre o respeito pelos animais”. Foto de António Pedro Santos, Lusa.

As autarquias têm de desenvolver “respostas públicas” ao problema dos animais errantes e abandonados, defendeu hoje a coordenadora do Bloco de Esquerda em visita ao Cantinho da Milú, uma associação protetora de animais, sem fins lucrativos, localizada em Setúbal, que alberga mais de 700 cães sem qualquer apoio autárquico. 

“A lei é hoje mais exigente sobre a forma como tratamos os animais, e bem”, afirmou Catarina Martins. “Há uma maior consciência na nossa sociedade sobre as responsabilidades que temos sobre o bem estar animal”, uma consciência que as autarquias não acompanharam e onde “temos um grande problema sobre a falta de resposta aos animais errantes ou abandonados”.

Para a líder do Bloco, “temos de ter uma cultura mais ativa sobre o respeito pelos animais”, algo que exige “respostas públicas” que complementem “o associativismo e as organizações não-governamentais que estão no terreno e que têm tido um papel imprescindível”.  

Para Catarina Martins, “é preciso por um lado que as autarquias compreendam que as exigências da lei sobre o bem estar animal têm de ser cumpridas e, por outro lado, que não podemos continuar a pressionar as organizações não governamentais sem lhes dar qualquer apoio”. 

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