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Recuperação da economia “resultou dos acordos com partidos de esquerda”

Na reação à mensagem de Natal do primeiro-ministro António Costa, Ricardo Robles sublinhou o “tanto que há para fazer” para ultrapassar o “trauma dos incêndios” e adiantou que em 2018 os bloquistas vão apontar baterias à “devolução da dignidade no trabalho” e ao combate à precariedade.
“É na devolução da dignidade no trabalho que temos de nos focar e sobretudo na questão da precariedade onde há tanto para fazer”, defendeu Ricardo Robles.

“Temos que olhar para o trauma dos incêndios e perceber o tanto que há para fazer, tanto na recuperação destas zonas, como na criação de emprego, no reordenamento do território, da floresta e garantir que há prevenção e combate ao incêndio que permita garantir a segurança das populações”, afirmou o vereador do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal de Lisboa, Ricardo Robles, numa reação à mensagem de Natal de António Costa.

Ricardo Robles sublinhou que foi “a solução política que resultou dos acordos de Governo com os partidos de esquerda que permitiu a recuperação da economia”.

“Isso é a marca que é deixada também neste ano e se nota na vida das pessoas: recuperação de salários e pensões, descida do IRS e aumento do salário mínimo”, destacou, apontando que, a partir do início do ano, essa remuneração mínima subirá para os 580 euros e para os 600 euros no final da legislatura.

O vereador da autarquia lisboeta referiu que “há muito para fazer” e que 2018 terá “esse desafio”, apontando a recuperação dos serviços públicos – sobretudo na saúde e educação – e o combate à precariedade como prioritários.

“É na devolução da dignidade no trabalho que temos de nos focar e sobretudo na questão da precariedade onde há tanto para fazer”, afirmou, assumindo que a revisão da legislação laboral será uma das prioridades dos bloquistas.

Sobre o facto de o primeiro-ministro ter afirmado que o país se libertou da austeridade e conquistou a credibilidade, Ricardo Robles classificou-a como “a prova de que o discurso da direita não funcionava”. “Temos um país que devolveu rendimentos e ao mesmo tempo permitiu à economia crescer e recuperar emprego. A receita da austeridade falhou e este ano é essa prova”, concluiu.

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