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Prémio Oceanos atribuído a José Luís Peixoto

José Luís Peixoto ganhou o prémio literário Oceanos com o romance Galveias, organizado pelo Itaú Cultural, no Brasil.
José Luís Peixoto. Foto EGO
José Luís Peixoto. Foto EGO

Galveias faz "um mergulho no Portugal profundo, rural, com uma narrativa que alinha personagens emblemáticas desse universo arcaico", considerou o júri justificando desta forma a distinção do romance como o melhor livro do ano, em língua portuguesa, publicado no Brasil.

José Luís Peixoto e os outros três autores distinguidos este ano pelo Oceanos - Prémio de Literatura em Língua Portuguesa - os brasileiros Julián Fuks, Ana Martins Marques e Arthur Dapieve, foram escolhidos pelos curadores do galardão, a investigadora Selma Caetano, especialista na obra de Graciliano Ramos, e Manuel da Costa Pinto, jornalista e mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada, pela Universidade de São Paulo.

O romance Uma menina está perdida no seu século à procura do pai, de Gonçalo M. Tavares estava também entre os dez finalistas do prémio.

Os finalistas foram escolhidos a partir de uma lista de 50 obras semifinalistas, de um  conjunto de 740 títulos concorrentes, abrangendo a poesia, romance, conto, crónica e dramaturgia.

Refira-se que além das obras de José Luís Peixoto e de Gonçalo M. Tavares, encontravam-se igualmente, entre os semifinalistas portugueses, os livros de poesia de Matilde Campilho, Jóquei, e do sociólogo Boaventura Sousa Santos, 139 epigramas para sentimentalizar pedras, além dos romances Não é meia-noite quem quer, de António Lobo Antunes e ainda O pecado de Porto Negro, da autoria de Norberto Morais.

O prémio Oceanos que sucedeu ao prémio Portugal Telecom de literatura, distinguiu em 2015 o romance Mil Rosas Roubadas, do escritor brasileiro Silviano Santiago.

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