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Paulo Cafôfo é candidato à câmara do Funchal

Professor encabeça a lista da coligação Mudança composta por seis partidos (PS, Bloco, PND, MPT, PTP e PAN) e defende que “não há nada mais digno do que lutar pelo que é justo, nada mais digno do que a pertença e a igualdade”.
Paulo Cafôfo entre os representantes dos partidos da coligação.

O professor Paulo Cafôfo foi neste 25 de Abril lançado candidato à câmara municipal do Funchal pela coligação Mudança, composta por seis partidos (PS, Bloco, PND, MPT, PTP e PAN), num evento que decorreu no largo do Município da capital madeirense.

Paulo Cafôfo é professor, licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem sido docente em várias escolas da Madeira, onde exerceu também diversos cargos de direção nos Conselhos Executivos e Pedagógicos.

No Sindicato dos Professores da Madeira, o agora candidato à Câmara do Funchal foi vice-coordenador, entre 2009 e 2011. Foi também secretário nacional e conselheiro da FENPROF e integrou os órgãos sociais da ARCHAIS (Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira), como membro da direção e presidente do Conselho Fiscal.

Calamidade sócio-económica e a subalternização dos cidadãos

No discurso de apresentação da candidatura, Paulo Cafôfo disse que os partidos que compõem a coligação Mudança “combatem dois problemas que estão a debilitar a democracia: a calamidade sócio-económica e a subalternização dos cidadãos, tantas vezes esquecidos e ignorados, tantas vezes desprezados pelos centros de poder”. E sublinhou: “Não queremos este afastamento tão evidente entre cidadãos e órgãos de poder. Não queremos que os cidadãos sejam apenas ouvidos e contactados quando há eleições. O que defendemos, e é no que eu acredito, é que os cidadãos sejam participantes da vida das nossas cidades”.

O candidato independente da coligação denunciou que “estamos a viver o regresso a misérias passadas que julgávamos já afastadas”, alertando que “não podemos consentir que tantos sejam empurrados para a margem, para a pobreza, para a perda da sua dignidade”.

Lutar pelo que é justo

Para o candidato, “não há nada mais digno do que lutar pelo que é justo, nada mais digno do que a pertença e a igualdade”.

O candidato defendeu que num tempo de escassez de recursos, as políticas “têm de ser canalizadas para as carências reais das pessoas, rentabilizando recursos, com sobriedade, funcionalidade, eficiência e sustentabilidade”, sublinhando que “terminou o tempo da exibição das obras faraónicas do regime e começou o tempo de não deixarmos ninguém, mas mesmo ninguém, para trás”, e traçou quatro grandes linhas de orientação: planeamento e gestão, economia e geração de riqueza, conhecimento e inovação, qualidade de vida e sustentabilidade.

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