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Paris: Dezenas de milhares contra o “golpe de Estado Social”

Segundo Jean-Luc Mélenchon, 150.000 pessoas desfilaram na marcha convocada pela França Insubmissa contra o “golpe de Estado Social” de Macron. Benoît Hamon e outras personalidades de esquerda participaram na manifestação.
O jornal Le Monde salienta que, com esta “marcha contra o golpe de Estado Social”, Jean-Luc Mélenchon, o líder da França Insubmissa, posiciona-se “de forma duradoura” como a principal figura da oposição a Emmanuel Macron e à sua política. Na sua intervenção, Mélenchon afirmou que esta batalha é um “braço de ferro social” e, mesmo, um enfrentamento de uma “incrível subversão da ordem republicana”. “Estas pessoas destroem tudo o que construímos, nós, as nossas mães, os nossos pais, os nossos avós...”, afirmou
150 mil pessoas terão participado na marcha organizada pela França Insubmissa

O jornal Le Monde salienta que, com esta “marcha contra o golpe de Estado Social”, Jean-Luc Mélenchon, o líder da França Insubmissa, posiciona-se “de forma duradoura” como a principal figura da oposição a Emmanuel Macron e à sua política.

Na sua intervenção, Mélenchon afirmou que esta batalha é um “braço de ferro social” e, mesmo, um enfrentamento de uma “incrível subversão da ordem republicana”. “Estas pessoas destroem tudo o que construímos, nós, as nossas mães, os nossos pais, os nossos avós...”, afirmou.

O Le Monde destaca também a participação na marcha de diversas personalidades da esquerda francesa, nomeadamente Benoît Hamon e outras figuras destacadas da esquerda do PS e ecologistas. No início da marcha, também esteve presente o líder do PCF, Pierre Laurent, saudando a cabeça da marcha, antes de ir para uma iniciativa do seu partido.

Mélenchon e outros dirigentes da França Insubmissa destacaram que “isto é apenas o início” e apontaram para a disputa da relação de forças e para o reforço da esquerda nessa relação, nomeadamente a “convergência” com os sindicatos.

“Vamos estar com as organizações sindicais para lhes propor que se coloquem à nossa frente para conduzir o combate, um combate que seja determinado, decisivo e juntando todos. Não é só uma batalha social, é uma batalha republicana”, afirmou o líder da França Insubmissa.

 

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