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Marcha lenta contra as portagens na Via do Infante

Dezenas de veículos marcharam neste sábado entre Portimão e Lagos, no Algarve, reivindicando o fim de portagens na A22 (Via do Infante).
Manifestantes que participaram na marcha lenta contra as portagens na Via do Infante, 20 de janeiro de 2018 – Foto Luís Forra/Lusa
Manifestantes que participaram na marcha lenta contra as portagens na Via do Infante, 20 de janeiro de 2018 – Foto Luís Forra/Lusa

A Comissão de Utentes da Via do Infante (CUVI) promoveu neste sábado, 20 de janeiro, uma marcha lenta entre Portimão e Lagos, no Algraves, protestando mais uma vez contra as portagens na Via do Infante (A22).

Segundo a agência Lusa, o protesto foi encabeçado pelo deputado do Bloco de Esquerda João Vasconcelos e nele participaram cerca de 50 pessoas.

João Vasconcelos declarou à comunicação social que a marcha lenta “é a continuidade da luta iniciada há seis anos e, pretende chamar à responsabilidade os dirigentes políticos”.

“É preciso que o primeiro-ministro cumpra as promessas eleitorais que fez, de acabar com as portagens na Via do Infante” recordou o deputado, que defende o fim das portagens na A22 para “reduzir os acidentes na EN125, uma estrada que foi requalificada, embora continue com um elevado nível de sinistralidade”.

João Vasconcelos lembrou que a EN125 regista mais de 10 mil acidentes por ano, considerando que “o Algarve não aguenta mais e esta tragédia que se verifica na EN125 tem de ser travada”.

Nos automóveis que participaram na marcha lenta podia ler-se: “EN125 estrada da morte? O cemitério do Algarve”, “Suspensão das portagens” e “6 anos a destruir o Algarve”.

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