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O independente Fernando Figueiredo encabeça lista do Bloco à Câmara de Viseu

A apresentação dos candidatos e candidatas do Bloco em Viseu teve lugar esta segunda-feira, durante um almoço que contou com a presença da coordenadora bloquista Catarina Martins.

O independente Fernando Figueiredo, cientista e investigador na área da História da Ciência, é o cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Viseu.

Identificado pela coordenadora concelhia do Bloco de Viseu não só como “um pensador”, mas também como “um homem de ação já provada em inúmeras intervenções culturais e cívicas em prol de Viseu e dos viseenses”, Fernando Figueiredo afirmou durante a sua intervenção que a feliz coincidência do anúncio desta candidatura com a chegada, como o calendário assinala, da Primavera só “pode significar um bom augúrio”.

“A Primavera chega a Viseu com algum atraso, mas finalmente chega! É tempo de abrir as janelas e deixar arejar a casa. Após décadas de mais do mesmo torna-se imperioso renovar, modernizar e desenvolver social, cultural e economicamente a Cidade e o Concelho, de forma sustentada e equilibrada, sem freguesias rurais de joelhos a apanhar as migalhas do orçamento”, avançou o candidato.

A professora e dirigente nacional e distrital do Bloco Catarina Vieira e Castro encabeça a lista à Assembleia Municipal, que tem como nº 2 outro independente “com provas dadas na vida cultural, política e cívica da nossa cidade”, o historiador Jorge Adolfo de Meneses Marques.

“Esta candidatura é uma aposta forte e determinada na abertura à cidadania, um repto sincero à unidade dos viseenses capaz de criar uma dinâmica de vitória que se vai manifestar na nossa querida Cidade Jardim”, destacou Catarina Vieira e Castro.

Durante a sessão, foi ainda apresentada a cabeça-de-lista à Assembleia de Freguesia de Viseu, Manuela Antunes.

Para encerrar as intervenções, Catarina Martins lembrou que Viseu é exemplo de como a perda de serviços públicos afetou a qualidade de vida das pessoas: “O estado não pode abandonar uma população que não tem transportes públicos, que está rodeado de estradas portajadas e que tem estradas como a IP3 por requalificar”.

A coordenadora bloquista sinalizou que “o Bloco não tem duas caras” e o que defende nas “regiões tem eco no parlamento”. “Com a mesma confiança que fazemos intervenção nacional, assim fazemos a nível local” disse, sublinhando que “é com convicção que o fazemos junto das pessoas”.

Nestas eleições autárquicas “vamos mostrar a nossa vocação e daremos certamente um passo maior para que a intervenção do Bloco passe para os executivos camarários”, por forma a “melhorar a vida das pessoas”, rematou a dirigente do Bloco após elogiar o esforço de abertura à cidadania desta candidatura.

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