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GUE/NGL condena detenção violenta do presidente do Partido dos Trabalhadores da Hungria

O Grupo da Esquerda Unitária/Esquerda Verde Nórdica sublinha que a detenção de Vajnai Attila surge “no contexto de uma deriva política mais ampla na Hungria e reflete uma atitude geral complacente em relação ao fascismo por parte daqueles que detêm o poder”.

Conforme explica o grupo GUE/NGL, o líder do Partido dos Trabalhadores da Hungria 2006 ficou indignado ao encontrar um homem a vender fotografias de Adolf Hitler na praça Klauzál, no antigo bairro judeu de Budapeste.

Após ter pedido, sem sucesso, ao homem para parar, Vajnai Attila solicitou a intervenção da polícia, que se recusou a agir. Em vez disso, as autoridades atiraram Attila ao chão, algemaram-no e detiveram-no por este ter ameaçado escrever "Parar o Nazismo" numa parede. Foi, inclusive, necessário chamar uma ambulância para prestar cuidados de saúde ao presidente do Partido dos Trabalhadores da Hungria 2006.

“É escandaloso que recordações nazis sejam vendidas nas ruas de um Estado membro da UE, mas ainda mais que a polícia responda com brutalidade àqueles que se opõem a tais símbolos de crimes contra a humanidade”, escreve o GUE/NGL.

“Tal reação policial vem no contexto de uma deriva política mais ampla na Hungria e reflete uma atitude geral complacente em relação ao fascismo por parte daqueles que detêm o poder”, acrescenta.

O Grupo da Esquerda Unitária/Esquerda Verde Nórdica assegura ao camarada Vajnai Attila a sua solidariedade e reitera as suas “preocupações sobre a deterioração do Estado de direito na Hungria”.

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