Greve parcial na Carris a partir desta segunda-feira

Os trabalhadores da Carris iniciam nesta segunda-feira uma greve parcial de duas horas diárias contra a falta de respostas da tutela e da administração sobre o futuro da empresa e dos trabalhadores. Durante este período, a empresa decidiu adotar os horários praticados nas férias escolares, reduzindo drasticamente os horários e as carreiras.
A greve dos trabalhadores da Carris, que vai ser de duas horas diárias e se estende até ao próximo domingo, 13 de Maio, foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes contra a falta de respostas da tutela e da administração sobre o futuro da empresa e dos trabalhadores.
A greve dos trabalhadores da Carris, que vai ser de duas horas diárias e se estende até ao próximo domingo, 13 de Maio, foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes contra a falta de respostas da tutela e da administração sobre o futuro da empresa e dos trabalhadores. Foto de Paulete Matos.

Os trabalhadores da Carris iniciam nesta segunda-feira uma greve parcial de duas horas diárias contra a falta de respostas da tutela e da administração sobre o futuro da empresa e dos trabalhadores. Durante este período, a empresa decidiu adotar os horários praticados nas férias escolares, reduzindo drasticamente os horários e as carreiras.

A greve dos trabalhadores da Carris, que vai ser de duas horas diárias e se estende até ao próximo domingo, 13 de Maio, foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes contra a falta de respostas da tutela e da administração sobre o futuro da empresa e dos trabalhadores.

Em resposta, a Carris decidiu adotar os horários das carreiras dos períodos de férias escolares para “minimizar” os efeitos da paralisação. Os horários escolares vão ser praticados em 27 carreiras, o equivalente a 30% do total da oferta normal da Carris.

“A forma como [a greve] foi concebida provoca acentuadas descontinuidades no funcionamento de todas as carreiras, com elevada repercussão ao nível da irregularidade global do serviço”, disse a empresa à Lusa, justificando a adopção desta medida.

“Pior a emenda que o soneto”

Os trabalhadores vão parar uma hora no início do turno e outra no final o que, segundo o sindicato, não equivale em nada às reduções que o horário de férias escolares representa. Em declarações à TSF, o sindicalista Sérgio Monte acredita que “vai ser pior a emenda que o soneto” porque vão, de facto, e apesar da greve, circular menos viaturas, com horários reduzidos.

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