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Francisco Louçã integra Conselho Consultivo do Banco de Portugal

Louçã figura entre os novos membros do Conselho Consultivo do BdP, propostos pelo ministro das Finanças. O cargo, a ser preenchido por pessoas com “reconhecida competência em matérias económico-financeiras e empresariais”, não é remunerado.
Foto de Paulete Matos.

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira os quatro novos nomes propostos pelo ministro das Finanças para o Conselho Consultivo do Banco de Portugal: Francisco Louçã, economista, professor universitário e ex coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Murteira Nabo, ex-ministro do XII Governo Constitucional e ex-presidente da Galp e da PT, João Talone, ex-presidente executivo da EDP, e Luis Nazaré, ex-presidente dos CTT e da Plataforma de Meios Privados.

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros de hoje, ao conselho consultivo do Banco de Portugal "compete pronunciar-se, não vinculativamente sobre o relatório anual da atividade do banco e sobre a atuação do banco decorrente das funções que lhe estão atribuídas".

Aos elementos que integram este conselho consultivo pode ainda ser solicitado que se pronunciem, sem caráter vinculativo, "sobre os assuntos que forem submetidos pelo governador ou pelo conselho de administração".

Segundo informa o Banco de Portugal na sua página de internet, o Conselho Consultivo é presidido pelo Governador, integra os Vice-Governadores, os antigos Governadores, o presidente do Conselho de Auditoria do Banco, quatro personalidades de reconhecida competência em matérias económico-financeiras e empresariais, o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, o presidente do Instituto de Gestão do Crédito Público e representantes das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, a designar pelos respetivos órgãos de governo próprio.

O Bloco comentou em nota à imprensa que "a nomeação de Francisco Louçã para o Conselho Consultivo do Banco de Portugal é um decisão de exclusiva responsabilidade do governo. Consideramos que as suas reconhecidas competências constituem um contributo para o trabalho deste órgão que deve ter um acompanhamento empenhado da gestão dos sistemas monetário e financeiro".

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