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Forças Armadas: Contratação de empresas de segurança acelerou desde 2009

Securitas, Ronsegur, Esegur (acionista da PPP SIREPS), Strong e 2045, são algumas das empresas de segurança que mais serviços prestam para o Exército português. 
Securitas, Ronsegur, Esegur (acionista da PPP SIREPS), Strong e 2045, são algumas das empresas de segurança que mais serviços prestam para o Exército português. 
Securitas, Ronsegur, Esegur (acionista da PPP SIREPS), Strong e 2045, são algumas das empresas de segurança que mais serviços prestam para o Exército português. 

O jornal Público investigou o número de contratos com empresas de segurança celebrados com as Forças Armadas, especificamente para “serviços de vigilância e segurança”. O paiol de Tancos não está entre as estruturas vigiadas por privados mas, apenas em 2016, o Exército diretamente gastou 177 mil euros em serviços de segurança privada. 

A isto, acrescem contratos relacionados diretamente com funções do exército mas assumidas pelo orçamento de outras entidades do Estados. em particular o Instituto de Ação Social das Forças Armadas que, em 2014, gastou “perto de 200 mil euros.” Por seu lado, a Direção-Geral de armamento e Infraestruturas de Defesa “pagou cerca de 454 mil euros por serviços de segurança da empresa Grupo 8”, relata ainda o Público. 

 As razões apresentadas em todos os ajustes directos identificados na base de dados da contratação pública prendem-se com a “ausência de recursos próprios”. 

O primeiro contrato detetado é de 2009, e o ritmo de contratação acelerou nos anos seguintes, para instalações tão significativas em termos de importância militar quando o Reduto Gomes Freire que alberga o STRIKFORNATO, a força naval da NATO. Para esta instalação apenas, foram pagos 53 mil euros à empresa 2045, substituída pela Securitas em 2016. 

Securitas, Ronsegur, Esegur (acionista da PPP SIREPS), Strong e 2045, são algumas das empresas de segurança que mais serviços prestam para o Exército português. 

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