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Estado português gasta 32,2 milhões de euros com manutenção de submarinos

Segundo o Relatório de Execução da Lei de Programação Militar de 2010, o Estado português gastou 32,2 milhões de euros em 2010 em armamento, formação e obras para os dois novos submarinos da Marinha.
Foto de dexter, Flickr.

A maior parte desta quantia, equivalente a 11,56 milhões de euros, foi despendida na “aquisição de 24 torpedos e respectivo pacote de sustentação logística” para os submarinos Arpão e Tridentes adquiridos pelo governo do PSD-CDS de Durão Barroso e Paulo Portas.

A restante verba foi gasta na compra de mísseis Sub-Harpoon (3,95 milhões de euros), de “material para fornecimento logístico essencial à operação e manutenção dos Submarine Attack, Guided Missile” (6,45 milhões), na “adaptação das estruturas do Arsenal do Alfeite e edifícios administrativos” (7,19 milhões de euros) e na “transferência de tecnologia contratada, formação e treino, e fornecimento logístico essencial à operação e manutenção”.

Em 2011, os compromissos financeiros respeitantes à manutenção dos dois submarinos ascendem a 24 milhões de euros: 21,4 milhões para «Fornecimento Logístico», 2 milhões para «Armamento Mísseis» e o restante na «Missão Construção e Material».

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Comentários

Para que querem as Forças Armadas os submarinos? Será para vigiarem de forma segura os traficantes de droga e tabaco nas nossas águas territoriais, os pescadores estrangeiros furtivos ou para observar as miúdas mais giras nas praias de nudismo autorizadas? A não ser para o último objectivo, estar ali submersos em vigia não é objectivamente nada prático, se for necessário apanhar os prevaricadores com a boca na botija, enquanto os submarinos emergem ou não emergem, os criminosos escapam-se ou atiram ao mar a carga ilegal...Lanchas de fiscalização ultra-rápidas não serão muito mais adequadas e económicas?

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