Uma manifestação dos funcionários públicos federais em greve reuniu na quarta-feira milhares de pessoas em Brasília, vindas de todo o país para pressionar o governo a negociar aumentos salariais.
A greve mobiliza professores universitários, polícias federais, agentes de instituições culturais e museus, além de funcionários de órgãos de saúde e de ministérios, entre outros.
Iniciado em julho, o movimento grevista ampliou-se no mês de agosto. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), o movimento atinge 28 órgãos, com 370 mil funcionários sem trabalhar.
O Ministério do Planejamento declarou que está a analisar qual o "espaço orçamentário" para negociar. O governo tem até o dia 31 de agosto para enviar o projeto de lei do Orçamento para 2013 ao Congresso Nacional.
No dia 25 de julho, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto para permitir a continuidade dos serviços em áreas consideradas delicadas. O texto prevê que ministros que comandam setores em greve possam diminuir a burocracia para dar agilidade a alguns processos, além de fazer parcerias com Estados e municípios para substituir os funcionários parados.
Acampamento antecedeu manifestação
A concentração dos grevistas, iniciada no final da manhã de quarta, ocorreu em frente à Catedral Metropolitana, um dos principais símbolos da capital brasileira. Um acampamento foi montado pelos funcionários, desde o início da semana, no relvado do Palácio dos Ministérios.
Mais de 12 mil trabalhadores desfilaram então as ruas de Brasília, bloqueando o transito da região.
Participaram as centrais sindicais CSP-Conlutas, CUT (Central Única dos Trabalhadores) e CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), e os diversos segmentos do funcionalismo em greve vindos de todo o Brasil. A manifestação terminou com um comício diante do Ministério do Planejamento
O Governo tem afirmado que ainda está a avaliar as contas para confirmar quanto poderá oferecer na proposta de remuneração e quais os segmentos poderá atender.
De acordo com a imprensa brasileira, a indicação da presidente Dilma Rousseff tem sido no sentido de atender apenas às categorias da função pública que possuem vencimentos mais baixos e que já estão há muitos anos sem qualquer aumento.
Comentários
Tenho vergonha de ser Brasileiro. Essa presidente me dá nojo!
Assento permanente na ONU??? Impossível!
Em 500 anos de história, nunca tivemos aqui tanto roubo e tanta corrupção.
O governo do PT (Lula e Dilma) são bonzinhos aos olhos internacionais, mas aqui no Brasil fedem: Corrupção, lavagem de dinheiro, fraude, compra de votos....
E o pior: Diferentemente daí da Europa, aqui o povo é imbecil. Aceita tudo como se fosse natural.
Se tanto dinheiro não fosse desviado, se tanta verba pública não fosse mal aplicada, o Brasil não seria esta vergonha.
É realmente o país do futebol. E hoje em dia, nem mais isso.
Saiu uma matéria no jornal O Globo, aqui do Rio de Janeiro, no qual dizia que a Dilma, quando entrevistada, disse ter "coisas mais importantes a resolver" do que a greve dos servidores públicos...
E é uma greve justificadíssima, a proposta do governo não cobre nem a inflação... ¬¬'
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