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Associação José Afonso comemora 30 anos com concerto no Fórum Lisboa

O espetáculo terá lugar no dia 18 de novembro, e conta com a participação do Coro Infantil da Universidade de Lisboa, Coro da Universidade de Lisboa, Grupo Coral Viva Voz e do cantor Francisco Fanhais. Existirão ainda recriações de José Afonso pelo Grupo Barahúnda, da Galiza.
A Associação José Afonso (AJA) promove, no próximo dia 18 de novembro, no Fórum Lisboa, a partir das 17 horas, um concerto designado “Cantai rapazes, dançai raparigas”.

Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a Associação José Afonso (AJA) promove, no próximo dia 18 de novembro, no Fórum Lisboa, a partir das 17 horas, um concerto designado “Cantai rapazes, dançai raparigas”.

A iniciativa, que já se encontra esgotada, terá interpretação em língua gestual, e conta, numa primeira parte, com orquestrações inéditas para coros de músicas de José Afonso. Numa segunda parte, terá lugar um espectáculo desenhado para celebrar os cinquenta anos de palavras e cantigas do atual presidente da direção da Associação José Afonso, Francisco Fanhais (ver folha de sala).

Em entrevista ao Esquerda.net, datada de fevereiro de 2017, e que integra o dossier Zeca Afonso - Sem muros nem ameias, Francisco Fanhais, referiu que a AJA nasceu em novembro de 1987 pela mão de um grupo “não só de músicos, mas também de pessoas ligadas ao teatro, ao cinema, à animação cultural, etc” que “se juntou e pensou que, tendo o Zeca deixado uma marca tão grande em tantos de nós”, era preciso “canalizar essas forças e dar continuidade ao seu legado, preservar a sua memória e pôr a sua arte ao serviço da cidadania”.

Conforme sublinha a Associação em comunicado de imprensa, “ao longo destes trinta anos, com muitas dificuldades, mas também com muita perseverança a AJA afirmou-se, consolidou-se e viu reconhecido o seu estatuto de Utilidade Pública”.

“Em 2014 a Sociedade Portuguesa de Autores SPA concedeu-lhe o 'Prémio Pró-Autor'. Em 2017 cumprem-se trinta anos da sua actividade, efeméride que tem decorrido sob o lema '30 Anos – Insisto não ser Tristeza'”, sendo que “esta iniciativa mereceu por parte do Ministério da Cultura o reconhecimento expresso de 'declaração de interesse cultural'”, lê-se na missiva.

“Cremos que já pouco teremos a provar quanto ao trabalho que a AJA – em respeito pelo seu ideário – tem desenvolvido. Assim continuaremos porque o legado cívico e artístico de José Afonso exige-nos que não se perca a memória.”, garante a Associação.

 

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