A iniciativa teve início pelas 9h e ocorreu ao longo da EN 125, com vários pontos de concentração e partidas, terminando nas Quatro Estradas, em Loulé.
Segundo João Vasconcelos, um dos elementos da comissão de Utentes da Via do Infante, esta foi “mais uma ação simbólica de protesto contra a cobrança de portagens na A22".
Este ativista sublinhou que já estão previstas outras ações de protesto, entre as quais "uma marcha lenta automóvel" na Ponte Internacional do Guadiana, no próximo mês de junho.
"Estamos a organizar em conjunto com algumas organizações espanholas uma marcha onde esperamos reunir milhares de pessoas dos dois países", frisou João Vasconcelos.
O representante da comissão de Utentes da Via do Infante alertou para o facto de a cobrança de portagens na Via do Infante “apenas servir para prejudicar a economia do Algarve, região que regista a taxa mais alta de desemprego do país".
"É uma imposição que tem prejudicado seriamente a sustentabilidade da economia do Algarve, levando ao fecho de muitas empresas, já de si penalizadas pela crise que o país atravessa", sublinhou João Vasconcelos.
Comentários
A aberração que criaram com estas "portagens virtuais" é absolutamente indescritivel. As filas de turistas espanhois a tentar "tirar bilhete" para entrar em portugal é vergonhosa, o problema dos turistas com carros alugados que têm de ir a uma estação de CTT pagar as portagens por onde passaram...é tudo demasiado 3º mundo.
E seria só triste e ridiculo se não tivesse impacto económico.
Mas tem e por isso é uma catastrofe que apenas gente cega não consegue ver.
Miguel
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